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Tema: Marinha do Brasil

  1. #21
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    Predeterminado Respuesta: Marinha do Brasil

    y la RPM
    Pido una traducion !!!!

  2. #22
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    Predeterminado Respuesta: Marinha do Brasil

    Marinha Comemora a Independência
    do Brasil no Mar, no Ar e em Terra
    Desfiles no Rio de Janeiro


    No dia 7 de setembro, data magna para nosso País, a Marinha se fará presente no mar, no ar e em terra e convida a sociedade para prestigiar a celebração da Independência do Brasil.

    Além da tradicional parada militar na Avenida Presidente Vargas, no Rio de Janeiro, quando cerca de 1.800 Marinheiros e Fuzileiros Navais estarão desfilando, Navios e Aeronaves da Marinha realizarão um desfile naval pela orla carioca, iniciando na Barra da Tijuca, cerca de 9h, passando pelo Forte de Copacabana, por volta de 11h, e adentrando à Baía da Guanabara às 12h.

    Participarão do evento as seuintes embarcações:
    Navios de Desembarque de Carros de Combate “Garcia D’Avila” e “Almirante Saboia”;
    Fragata “Constituição”;
    Corveta “Frontin”:
    Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta”;
    Submarinos “Timbira” e “Tikuna”;
    Navio Oceanográfico “Antares”;
    Navio-Faroleiro “Almirante Graça Aranha”, e,
    Navio-Patrulha “Guajará”.

    No total serão 10 navios. Além disso, 6 aeronaves subordinadas à Força Aeronaval cruzarão os céus do Rio de Janeiro. O contingente no mar será de cerca de 1.000 militares.
    O mar foi nossa via de descobrimento, de colonização, de invasões e de consolidação da Independência. Do ponto de vista econômico, 95% de todo o comércio exterior brasileiro são transportados por via marítima. Ademais, 85% do petróleo nacional são extraídos do subsolo marinho, num total de 1,6 milhões de barris por dia que, ao ano, somam cerca de US$ 35 bilhões. Cabe à Marinha do Brasil defender os interesses da nação no mar e, ali, garantir a integridade e a soberania, assegurando ao País o direito ao uso econômico e estratégico da nossa Amazônia Azul.

    CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA


    Traducion português => espanhol

    El 7 de septiembre, fecha magna para nuestro país, la Armada estará presente en el mar, aire y suelo, e invita a la sociedad para asistir a la celebración de la Independencia de Brasil.

    Además del tradicional desfile militar en la Avenida Presidente Vargas, en Río de Janeiro, donde unos 1.800 marineros e infantes de marina se marchaban, los buques y las aeronaves de la Armada llevará a cabo una parada naval en el borde de Río, a partir de Barra da Tijuca, cerca de las 9, va el Fuerte de Copacabana, en torno a las 11, y en la Bahía de Guanabara en 12.

    Participar en el caso de que el seuintes embarcaciones:
    Los tanques de los buques de aterrizaje, "García D'Ávila" y "Almirante Saboia";
    Fragata "Constitución";
    Corvette "Frontin"
    Petrolero "Almirante Gaston Motta";
    Submarinos "madera" y "Tikuna";
    Buque oceanográfico "Antares";
    Swank buque "Almirante Graça Aranha, y
    Patrulla del buque "Guajira".

    En total, 10 buques. Además, el 6 de aeronaves sujetas a la Fuerza Aérea Naval se cruza el cielo de Río de Janeiro. La cuota en el mar alrededor de 1.000 soldados.
    El mar era el camino de descubrimiento, colonización, invasiones y la consolidación de la Independencia. Desde el punto de vista económico, el 95% del total del comercio exterior brasileño se transportan por mar. Además, el 85% del petróleo nacional se extrae del fondo del mar, un total de 1,6 millones de barriles por día, por año, totalizando cerca de $ 35 millones de dólares. Se trata de la Marina del Brasil para defender los intereses de la nación en el mar y allí, garantizar la integridad y la soberanía, asegurando que el país el derecho a utilizar los aspectos económicos y estratégicos de nuestra Amazonía Azul.

    MEDIA CENTER DE LA ARMADA

    Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta”

    Tikuna

    Navio Oceanográfico “Antares”

    Fragata “Constituição”
    Última edición por GIGGIO; 06/09/2009 a las 15:05

  3. #23
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    Predeterminado Respuesta: Marinha do Brasil

    MENTIRAS Y CHARLA DE VENDEDOR

    Como ya emprezaron las criticas (negativas) de la prensa a respeto del acuerdo con Francia, dejo la entrevista del Almirante Júlio Soares de Moura Neto.
    Perdon compañeros, pero no quizo traducir porque es muy larga y para no perder el sentido.

    Abrazos a todos

    Marinha rebate críticas a submarinos
    Escrito por Defesa Brasil

    Dom, 06 de Setembro de 2009 12:26
    Escrito por Defesa Brasil

    Para comandante da Força, posições contrárias ao pacote são baseadas em "mentira" e "conversa de vendedor" Brasil assinará contrato com a França de 6,7 bilhões para comprar quatro submarinos e obter tecnologia para fabricar um de propulsão nuclear.

    Eliane Catanhêde
    O comandante da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto, 66, classifica como "mentira" e como "conversa de vendedor" as críticas ao pacote que o Brasil ratifica amanhã com a França para a compra de quatro submarinos convencionais da classe Scorpène, incluindo a tecnologia para planejar e fabricar um submarino nacional de propulsão nuclear.

    Segundo Moura Neto, o Chile e a Índia estão "muito satisfeitos" com o Scorpène, e o motivo de o Brasil ter escolhido a França é simples: o Brasil sabe construir e operar submarinos, mas não planejá-los. O pacote inclui tecnologia de planejamento, evoluindo do convencional até chegar ao de propulsão nuclear, e habilita o Brasil a entrar no grupo de seis países com essa capacidade.

    A Alemanha, parceira brasileira de décadas, nunca repassou tecnologia para planejar o convencional e é proibida, por lei, de ter submarino de propulsão nuclear. Além disso, o preço do Scorpène francês equivale ao do IKL alemão.

    FOLHA - O Brasil é um país pacífico, sem guerras à vista, e convive com milhões de miseráveis. Como explicar o gasto de 6,7 bilhões (R$ 17,6 bi) com submarinos?

    JÚLIO SOARES DE MOURA NETO - O prazo é de 20 anos. Olhando o todo, é muito dinheiro. Olhando por ano, não é. Dá um valor de R$ 1 bilhão anual, bastante aceitável, palatável, no conjunto do Orçamento da União. O governo tem sido muito eficaz no combate aos problemas sociais, mas a sociedade brasileira precisa ter a consciência de que temos riquezas incomensuráveis no mar e a Marinha precisa estar apta para defender nossas riquezas e nossa soberania.

    FOLHA - Para que um submarino de propulsão nuclear?

    MOURA NETO - Os inimigos não são claros e existem muitos riscos que envolvem sobretudo o petróleo. O submarino convencional trabalha com bateria e, de tempos em tempos, precisa subir à superfície para recarregá-la. Já o de propulsão nuclear produz energia elétrica lá dentro dele mesmo e pode ficar permanentemente submerso.
    Além disso, ele anda em alta velocidade. Ninguém sabe onde ele está. Isso traz uma capacidade de dissuasão enorme, que só têm EUA, Reino Unido, França, Rússia e China. A Índia também lançou o seu.

    FOLHA - A manutenção do submarino de propulsão nuclear é muito cara, correspondente à de dez convencionais. Não seria melhor ter dez convencionais?

    MOURA NETO - Precisamos dos dois. O convencional é lento, mas, por outro lado, opera em profundidades muito baixas de áreas próximas do litoral. Já o de propulsão nuclear, como se desloca com enorme rapidez, patrulha áreas gigantescas.

    FOLHA - Por que o Brasil optou pelo Scorpène francês se já tem um projeto de décadas com a Alemanha?

    MOURA NETO - Quando a Marinha deu a largada para o projeto de um submarino de propulsão nuclear, em 1979, concluiu que precisava dominar a tecnologia nuclear e simultaneamente a capacidade de construir reatores e submarinos. E fez. O que falta hoje é a capacidade de projetar o submarino.

    A França levou 30 anos para passar do submarino convencional para o de propulsão nuclear. Não temos recursos para isso e partimos para uma parceria. Tinha de ser com um país com capacidade para os dois e para nos auxiliar nessa passagem do convencional até o de propulsão nuclear. Havia os franceses, os russos e os chineses. E a França, num acordo governo a governo, aceitou nos transferir tecnologia nas duas áreas. Os alemães não têm submarino de propulsão nuclear, até por questão de legislação.

    FOLHA - Por que não uma forma mista, já que os convencionais da Alemanha são até mais baratos?

    MOURA NETO - Isso não é verdade, é um discurso de vendedor e uma distorção que tem saído na imprensa. O alemão IKL-214, que é bem similar ao Scorpène e tem o mesmo nível técnico, foi vendido à Turquia na faixa de 430 milhões cada um. E o nosso Scorpène está saindo por 415 milhões.

    FOLHA - Não é um mau sinal o fato de nenhum país da Europa usar o Scorpène? Tanto o Chile quanto a Índia têm criticado bastante esse submarino.

    MOURA NETO - Isso também é conversa de vendedor. Não é verdade. Nós temos informações seguras de que a Marinha chilena está muito satisfeita. Eles têm, acho, há uns dez anos.

    FOLHA - E no caso da Índia, onde há inclusive um processo judicial reclamando de atraso e de não transferência de tecnologia?

    MOURA NETO - Eu não sei qual foi o acordo, mas as notícias que temos diretamente dos indianos é que tudo também está correndo muito bem lá. Quanto a dificuldades na construção de navios e de submarinos, isso é natural. Em alguns países onde os IKL estão sendo construídos também há contestação.

    FOLHA - Não é claro que foi o Brasil que apresentou a Odebrecht aos franceses?

    MOURA NETO - Não, não. Foi o contrário. Os franceses é que escolheram a Odebrecht, que simplesmente aceitou. O Brasil não poderia dizer: "Não quero a Odebrecht". Os franceses é que têm de nos fornecer material e tecnologia, e então eles já escolheram mais de 30 empresas no Brasil para construir partes dos nossos submarinos.

    FOLHA - Há preocupação com a reativação da Quarta Frota dos EUA no Atlântico Sul?

    MOURA NETO - O governo brasileiro reagiu muito bem ao reclamar que a Quarta Frota não foi nem política nem diplomaticamente informada ao Brasil. Mas, na prática, eles só criaram a Quarta Frota como elo entre a Marinha e o Comando Sul, mudando a designação de algo que já existia. Uma alteração meramente burocrática.

    FOLHA - Ao não assinar o protocolo adicional do Tratado de Não Proliferação Nuclear, o Brasil está deixando uma porta aberta para a bomba em algum momento do futuro?

    MOURA NETO - Nada disso. É porque o protocolo adicional inclui salvaguardas desnecessárias. O Brasil já faz tudo o que tem de fazer para mostrar a clareza do seu programa nuclear voltado para a não produção de nenhum armamento nuclear.

    FOLHA - A volta do cabo Anselmo remexe a discussão sobre a abertura dos documentos da ditadura?

    MOURA NETO - É muito simples: a Marinha já encaminhou para o Ministério da Justiça, em 2005, todos os documentos.

    FOLHA - E o julgamento dos acusados de tortura?

    MOURA NETO - Não defendo nenhum tipo de tortura, mas acho que a anistia foi um acordo que, como bem diz o ministro [Nelson] Jobim, pacificou o país. O país precisa pensar no futuro.

    Fonte: Folha de São Paulo

  4. #24
    AMX
    AMX está desconectado
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    Predeterminado Respuesta: Marinha do Brasil

    A MB comprou um lote de mísseis AT MSS 1.2 AC no valor de R$ 21.687.000,00 para substituir os mísseis Bill do Corpo de Fuzileiros Navais.

  5. #25
    Usuario registrado Avatar de joralbagui
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    Predeterminado Respuesta: Marinha do Brasil

    Más allá de las controversias, Giggio y AMX, una sola cosa, POR FAVOR ASISTAN A LA ARGENTINA Y DESPIERTENLA DE LA MODORRA QUE TIENE. De todos modos, SE QUE LA ALIANZA VA A SER UN EXITO y no me canso de felicitarlos POR LO BIEN QUE HACEN, DESDE SIEMPRE LAS COSAS EN TODOS LOS ORDENES. Pero necesitamos de su ayuda. Por lo pronto, SIGAN ASI y GRACIAS por ser como son.....GENIALES!!!!!!!!. Un abrazo a todos los brasileños.

  6. #26
    mobius
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    Predeterminado Respuesta: Marinha do Brasil

    Navíos de patrullas para vigilancia y defensa





    La Marina brasileña encomendó cuatro nuevos navíos-patrulla de 500 toneladas

    La Marina de Guerra de Brasil informó que encomendó la construcción de cuatro nuevos navíos-patrullas de 500 toneladas para reforzar la vigilancia de las aguas jurisdiccionales del país, incluyendo las áreas del Atlántico en donde se descubrieron gigantescas reservas petroleras.

    Los navíos fueron encomendados al astillero brasileño Estaleiro Ilha S/A (EISA) mediante un contrato firmado el 25 de septiembre pasado, de acuerdo con un comunicado divulgado por la Marina.

    El astillero contratado, con sede en Río de Janeiro, se comprometió a entregar el primer navío en marzo de 2012 y el último en septiembre de 2013.

    Las embarcaciones forman parte de un total de 27 con las que Brasil pretende reforzar su flota marina y de las que ya fueron encomendadas otras dos al también astillero brasileño Industria Naval do Ceará S/A (INACE), y que ya están en construcción.

    Los navíos-patrulla serán construidos con base en un proyecto desarrollado por la empresa francesa Constructions Mécaniques de Normandie (CMN) y tendrán, entre otras características, 54,2 metros de eslora, 2,48 metros de calado, una velocidad máxima de 21 nudos náuticos y capacidad para 35 tripulantes. Las embarcaciones serán equipadas con un cañón de 40 milímetros y dos ametralladoras de 20 milímetros.

    De acuerdo con la Marina, los navíos serán usados para diversas tareas, entre las cuales figuran: "patrulla para vigilancia y defensa del litoral, de las áreas marítimas costeras y de las plataformas de explotación de petróleo en el mar en situaciones de conflicto".

    El comunicado agrega que, en "situaciones de paz", las embarcaciones servirán para garantizar los recursos del mar territorial, reprimir actividades como pesca ilegal, narcotráfico y contrabando, y contribuir en la defensa de las plataformas petroleras marítimas contra sabotajes.

    La Marina aclaró que optó por contratar las encomiendas con astilleros nacionales para atender la política del Gobierno destinada a incentivar la construcción naval y el fortalecimiento del parque industrial de tecnología militar.

    La incorporación de los nuevos navíos-patrulla forma parte del plan de estrategia militar aprobado en agosto pasado por el Presidente brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, y que tiene por objetivo garantizar la defensa de la selva amazónica y de las reservas petroleras marítimas.

    El plan también prevé, entre otros, la construcción de cinco submarinos, entre ellos uno a propulsión nuclear, y de 50 helicópteros, que ya fueron contratados con empresas francesas.

    AGENCIA EFE


    Mobius

  7. #27
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    Predeterminado Respuesta: Marinha do Brasil

    Cita Iniciado por mobius Ver mensaje
    Navíos de patrullas para vigilancia y defensa





    La Marina brasileña encomendó cuatro nuevos navíos-patrulla de 500 toneladas

    La Marina de Guerra de Brasil informó que encomendó la construcción de cuatro nuevos navíos-patrullas de 500 toneladas para reforzar la vigilancia de las aguas jurisdiccionales del país, incluyendo las áreas del Atlántico en donde se descubrieron gigantescas reservas petroleras.

    Los navíos fueron encomendados al astillero brasileño Estaleiro Ilha S/A (EISA) mediante un contrato firmado el 25 de septiembre pasado, de acuerdo con un comunicado divulgado por la Marina.

    El astillero contratado, con sede en Río de Janeiro, se comprometió a entregar el primer navío en marzo de 2012 y el último en septiembre de 2013.

    Las embarcaciones forman parte de un total de 27 con las que Brasil pretende reforzar su flota marina y de las que ya fueron encomendadas otras dos al también astillero brasileño Industria Naval do Ceará S/A (INACE), y que ya están en construcción.

    Los navíos-patrulla serán construidos con base en un proyecto desarrollado por la empresa francesa Constructions Mécaniques de Normandie (CMN) y tendrán, entre otras características, 54,2 metros de eslora, 2,48 metros de calado, una velocidad máxima de 21 nudos náuticos y capacidad para 35 tripulantes. Las embarcaciones serán equipadas con un cañón de 40 milímetros y dos ametralladoras de 20 milímetros.

    De acuerdo con la Marina, los navíos serán usados para diversas tareas, entre las cuales figuran: "patrulla para vigilancia y defensa del litoral, de las áreas marítimas costeras y de las plataformas de explotación de petróleo en el mar en situaciones de conflicto".

    El comunicado agrega que, en "situaciones de paz", las embarcaciones servirán para garantizar los recursos del mar territorial, reprimir actividades como pesca ilegal, narcotráfico y contrabando, y contribuir en la defensa de las plataformas petroleras marítimas contra sabotajes.

    La Marina aclaró que optó por contratar las encomiendas con astilleros nacionales para atender la política del Gobierno destinada a incentivar la construcción naval y el fortalecimiento del parque industrial de tecnología militar.

    La incorporación de los nuevos navíos-patrulla forma parte del plan de estrategia militar aprobado en agosto pasado por el Presidente brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, y que tiene por objetivo garantizar la defensa de la selva amazónica y de las reservas petroleras marítimas.

    El plan también prevé, entre otros, la construcción de cinco submarinos, entre ellos uno a propulsión nuclear, y de 50 helicópteros, que ya fueron contratados con empresas francesas.

    AGENCIA EFE


    Mobius
    En realidad, el navio es este...




  8. #28
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    Predeterminado Respuesta: Marinha do Brasil

    Algo así serán nuestras POM.
    Saludos

  9. #29
    Usuario registrado Avatar de Litio71
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    Predeterminado Respuesta: Marinha do Brasil

    Cita Iniciado por flaps Ver mensaje
    Algo así serán nuestras POM.
    Saludos
    -No, las POM tendian que ser de mas desplazamiento



    Saludosss

  10. #30
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    Predeterminado Respuesta: Marinha do Brasil

    Litio71;60092]-No, las POM tendian que ser de mas desplazamiento
    Es verdad lo que decis, la de Argentina tendria unas 1800 tn, pero en realidad lo que quise decir es que no son nada importante.
    Última edición por flaps; 10/10/2009 a las 22:11

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