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  1. #1
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    Predeterminado CFN interesado en el MSS 1.2 AC

    Comitiva de la Dirección de Sistemas de Armas de la Marina (DSAM) Visita el CTEx para Conocer el Misil MSS1.2AC



    El día 6 de junio de 2008, estuvieron en visita al CTEx, integrantes de la Dirección de Sistemas de Armas de la Marina (DSAM), incluyendo su Director, Exmo Sr Vice-Almirante FERNANDES. La comitiva asistió inicialmente a la presentación institucional del CTEx, proferida por el Exmo Sr Gen Ribeiro Souto, Jefe del CTEx, y enseguida de los proyectos Radar SABER M60, Accesorios para el Fusil 5,56 mm y Sistema de Arma Misil Superficie-Superficie 1.2 Anticarro (MSS 1.2 AC).

    Después de la presentación del proyecto MSS 1.2 AC, proferida por Cap ANTONIO PEREIRA ROSAL JÚNIOR, Gerente del Proyecto, se siguió la parte de debates y visita a la sala de exposición de los proyectos de la División Bélica, oportunidad en que el Director de la DSAM, Exmo Sr Vice-Almirante FERNANDES manifestó interés en la adquisición del Misil MSS 1.2 AC.

    Actualmente, la Marina de Brasil está equipada con el misil BILL, de fabricación Sueca (BOFORS), pero que dejará su estado operacional dentro de 3 años. De esa forma, uno de los motivos de la visita fue conocer el Sistema MSS 1.2 AC, que en conjunto con La Arma Leve Anticarro (ALAC) compone los proyectos en curso en el CTEx en lo que concierne al empleo Anticarro.

  2. #2
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    Predeterminado Respuesta: CFN interesado en el MSS 1.2 AC

    MECTRON - PRODUTOS

    Para ver un poco mas sobre el sistema

  3. #3
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    Predeterminado Respuesta: CFN interesado en el MSS 1.2 AC

    Em breve nos Helicópteros de Ataque da FAB/EB.

  4. #4
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    Predeterminado Respuesta: CFN interesado en el MSS 1.2 AC

    Que helos usan para eso AMX?

  5. #5
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    Predeterminado Respuesta: CFN interesado en el MSS 1.2 AC

    Inicialmente os helicópteros de ataque da FAB (Mi-35 o AW-129), porem também podem ser usados pelos Fennec do EB.

  6. #6
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    Predeterminado Respuesta: CFN interesado en el MSS 1.2 AC

    Como era de se esperar a compra do MSS 1.2 AC pelo Fuzileiros Navais

    América Latina se arma com US$ 500 bi em investimentos

    Desembolsos na América do Sul superaram US$ 50 bi em 2008

    Júlio Ottoboni
    SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SP)

    A articulação do governo brasileiro em criar um núcleo militar integrado de defesa da América do Sul dá seus primeiros sinais junto à indústria de armamentos tanto nacional como estrangeira. O movimento encabeçado pelo Brasil, que teve início em 2006, foi intensificado pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, em 2008. A mobilização conta hoje com o alinhamento da maioria dos governos sul-americanos.

    No ano passado, os 12 países da América do Sul aplicaram em defesa mais de US$ 50 bilhões. Segundo estimativas conservadoras de especialistas da área, a região deverá investir nos próximos anos até US$ 500 bilhões em novos equipamentos, ampliação de quadros, renovação de frotas e armamentos.

    O Brasil é considerado o único país latinoamericano com estratégia de defesa elaborada para manter o equilíbrio militar regional. Boa parte deste processo surgiu junto aos países membros da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (Otca), que visa a preservar a maior floresta tropical do planeta e ponto de convergência de grandes interesses internacionais.

    O governo divulgou que pretende triplicar a longo prazo a produção dos Centros de Tecnologia da Marinha, aeronáutica e Exército. O ministro Jobim tem como meta a soberania nacional quanto à produção de material bélico.

    – O Brasil não querer ser apenas um comprador de material de defesa, mas um parceiro dos demais países produtores de tecnologia – destacou. – Já firmamos com a França parcerias para a produção de um submarino nuclear, para a construção de helicópteros modelo EC-725, de última geração que serão 50 unidades ao todo. E também queremos desenvolver veículos não tripulados para as três forças.

    Blindado nacional
    A retomada de projeto de um veículo blindado nacional deixará de ser exclusividade do pólo aeroespacial paulista, grande produtor entre os anos 70 e 80 com a Engesa e a Avibras Aeroespacial. Agora será produzido em Minas Gerais, onde está sendo constituído um novo centro industrial voltado à defesa.

    Jobim quer consolidar na política atual do governo algo que até então inexiste: a unificação e integração das três forças. Mesmo antes de tornar oficial o Plano de Defesa Nacional, em dezembro de 2008, o governo procura reorganizar as forças militares e a indústria nacional de defesa. O Ministério da Defesa entende ser necessário desenvolver os setores espacial, cibernético e nuclear.

    Os 25 projetos aprovados pelo governo para a área de defesa devem receber ainda este ano recursos superiores a R$ 188 milhões. O apoio financeiro será por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Os projetos serão desenvolvidos pelos centros de tecnologia das Forças Armadas em parceria com empresas privadas. Para 2010, a previsão de investimentos públicos em defesa será de R$ 492,4 milhões.

    Míssil brasileiro
    A Mectron, empresa do pólo de São José dos Campos (SP) e primeira fabricante de mísseis da América do Sul, será responsável pela industrialização de um míssil específico para o Exército nacional e firmará nos próximos meses parceria com a Marinha para fornecer um produto semelhante e de características próprias.

    As negociações com o Exército foram acertadas no fim de 2008. Com o Comando da Marinha faltam só detalhes e será concluído dentro de dois meses. Os investimento somam, nestes dois casos, cerca de R$ 50 milhões. Serão foguetes inteligentes guiados para ataque a tanques e um antiembarcações.

  7. #7
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    Predeterminado Respuesta: CFN interesado en el MSS 1.2 AC

    Como era de se esperar a compra do MSS 1.2 AC pelo Fuzileiros Navais

    América Latina se arma com US$ 500 bi em investimentos

    Desembolsos na América do Sul superaram US$ 50 bi em 2008

    Júlio Ottoboni
    SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SP)

    A articulação do governo brasileiro em criar um núcleo militar integrado de defesa da América do Sul dá seus primeiros sinais junto à indústria de armamentos tanto nacional como estrangeira. O movimento encabeçado pelo Brasil, que teve início em 2006, foi intensificado pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, em 2008. A mobilização conta hoje com o alinhamento da maioria dos governos sul-americanos.

    No ano passado, os 12 países da América do Sul aplicaram em defesa mais de US$ 50 bilhões. Segundo estimativas conservadoras de especialistas da área, a região deverá investir nos próximos anos até US$ 500 bilhões em novos equipamentos, ampliação de quadros, renovação de frotas e armamentos.

    O Brasil é considerado o único país latinoamericano com estratégia de defesa elaborada para manter o equilíbrio militar regional. Boa parte deste processo surgiu junto aos países membros da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (Otca), que visa a preservar a maior floresta tropical do planeta e ponto de convergência de grandes interesses internacionais.

    O governo divulgou que pretende triplicar a longo prazo a produção dos Centros de Tecnologia da Marinha, aeronáutica e Exército. O ministro Jobim tem como meta a soberania nacional quanto à produção de material bélico.

    – O Brasil não querer ser apenas um comprador de material de defesa, mas um parceiro dos demais países produtores de tecnologia – destacou. – Já firmamos com a França parcerias para a produção de um submarino nuclear, para a construção de helicópteros modelo EC-725, de última geração que serão 50 unidades ao todo. E também queremos desenvolver veículos não tripulados para as três forças.

    Blindado nacional
    A retomada de projeto de um veículo blindado nacional deixará de ser exclusividade do pólo aeroespacial paulista, grande produtor entre os anos 70 e 80 com a Engesa e a Avibras Aeroespacial. Agora será produzido em Minas Gerais, onde está sendo constituído um novo centro industrial voltado à defesa.

    Jobim quer consolidar na política atual do governo algo que até então inexiste: a unificação e integração das três forças. Mesmo antes de tornar oficial o Plano de Defesa Nacional, em dezembro de 2008, o governo procura reorganizar as forças militares e a indústria nacional de defesa. O Ministério da Defesa entende ser necessário desenvolver os setores espacial, cibernético e nuclear.

    Os 25 projetos aprovados pelo governo para a área de defesa devem receber ainda este ano recursos superiores a R$ 188 milhões. O apoio financeiro será por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Os projetos serão desenvolvidos pelos centros de tecnologia das Forças Armadas em parceria com empresas privadas. Para 2010, a previsão de investimentos públicos em defesa será de R$ 492,4 milhões.

    Míssil brasileiro
    A Mectron, empresa do pólo de São José dos Campos (SP) e primeira fabricante de mísseis da América do Sul, será responsável pela industrialização de um míssil específico para o Exército nacional e firmará nos próximos meses parceria com a Marinha para fornecer um produto semelhante e de características próprias.

    As negociações com o Exército foram acertadas no fim de 2008. Com o Comando da Marinha faltam só detalhes e será concluído dentro de dois meses. Os investimento somam, nestes dois casos, cerca de R$ 50 milhões. Serão foguetes inteligentes guiados para ataque a tanques e um antiembarcações.

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