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Tema: Scorpenes S-BR y Submarino Nuclear Brasileño

  1. #11
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    Predeterminado Respuesta: Francia construirá para Brasil cinco submarinos, uno de ellos atómico

    También nos dice que brasil esta mas lejos de lo que pensamos en propulsión nuclear.
    No sé si le entendi bien compañero Heroe, la parte de propulsion Brasil esta en desarollo de un reator nacional para este sub, los franceses entran con el diseño del casco del bicho no nos darão tecnologia atômica esto es con la mariña brasileña.

    Dejo una entrevista (em português) concedida pela Marinha do Brasil para aclarar un poco mas el tema.

    CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA
    Esplanada dos Ministérios, Bloco N, Anexo A, 3o
    Andar, Brasília, DF, CEP 70.055-900
    Telefone: (61) 3429-1021 Fax: (61) 3429-1027


    Senhor jornalista,

    Em atenção à sua solicitação, recebida em 21 de julho, participo a Vossa Senhoria os seguintes fatos:

    1) “Uma vez fechado um contrato, ainda que não seja este com a França, qual é o horizonte estimado pela Marinha Brasileira para conclusão do primeiro protótipo do casco do submarino nuclear e da estrutura definitiva da embarcação?”

    A prontificação das seções estruturais do casco do submarino está prevista para 2019.
    Após esse evento, iniciam-se as montagens de todos os sistemas eletromecânicos e eletrônicos,prevendo-se o término dessa fase para 2021, quando serão iniciadas as provas de cais e de mar.

    2) “Ao longo dos anos, o Programa Nuclear da Marinha (incluindo pesquisas para domínio do ciclo do combustível nuclear e a construção do reator e de sua planta de propulsão) sofreu cortes orçamentários agudos e houve atrasos de cronograma. Apenas nos últimos anos, os valores efetivamente pagos se aproximaram das dotações existentes. Neste cenário, qual a previsão da MB de conclusão destas duas etapas?”
    Na atualidade, o principal objetivo do Programa, que está sendo desenvolvido pelo Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), é estabelecer a competência técnica autóctone para projetar, construir, comissionar, operar e manter reatores do tipo Reator de Água Pressurizada - “Pressurized Water Reactor” (PWR) e produzir o seu combustível. Dominada essa tecnologia, ela poderá ser empregada na geração de energia elétrica, quer para iluminar uma cidade, quer para propulsão naval de submarinos.
    A conquista da tecnologia necessária à geração de energia núcleo-elétrica, para uso em propulsão naval, passa por complexos estágios de desenvolvimento, merecendo destaque:
    - o domínio completo do ciclo do combustível nuclear - já conquistado ; e
    - o desenvolvimento e construção de uma planta nuclear de geração de energia elétrica - em andamento.
    O PNM é, pois, dividido em dois grandes projetos: o Projeto do Ciclo do Combustível e o Projeto do Laboratório de Geração Núcleo-Elétrica (LABGENE).
    À exceção da conversão, cuja tecnologia está dominada e depende, para a produção em escala industrial, da prontificação da Usina de Hexafluoreto de Urânio (USEXA), que encontra-se em fase final de construção, as demais etapas do ciclo do combustível (reconversão, fabricação de pastilhas, fabricação de elementos combustíveis e a capacidade para desenvolver o próprio combustível) já estão dominadas e em operação.
    A USEXA, cuja retomada dos trabalhos de conclusão de montagem eletromecânica ocorreu em 2008, está com prontificação prevista para junho de 2010, quando se inicia sua fase de comissionamento.
    O LABGENE, em construção em ARAMAR, está destinado a ser o protótipo em terra da planta de propulsão do futuro submarino nuclear. A conclusão das obras está prevista para 2014, quando iniciará seu comissionamento e, em seguida, todos os testes operacionais necessários.
    Esse Laboratório está sendo projetado e construído atendendo a todas as normas e procedimentos exigidos pela Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN, que é o órgão normativo e fiscalizador que está licenciando o empreendimento, a exemplo do que ocorre para uma usina de geração de energia, como as existentes em Angra dos Reis.

    3) “Quanto já foi gasto pela MB no Programa Nuclear Brasileiro (em valores atuais) desde sua criação? Quanto estima a MB ainda ser necessário investir para a conclusão do programa?”

    O dispêndio do Programa Nuclear da Marinha (PNM), desde seu início em 1979 até dezembro de 2008, monta 1,22 bilhões de “dólares equivalentes”, englobando todos os empreendimentos do ciclo do combustível, da propulsão nuclear, da infra-estrutura de apoio e do custeio administrativo. Por "dólares equivalentes" entende-se a relação entre os valores pagos à taxa de câmbio no dia do efetivo pagamento.
    Para a conclusão do PNM, são necessários, ainda, recursos da ordem de 1 bilhão de reais, para concluir os empreendimentos mencionados anteriormente.

    4) “Na atual configuração de forças entre nações, qual seria a relevância paras a MB e para o Brasil do desenvolvimento do projeto do submarino nuclear nacional?”

    Na verdade, a resposta deve transcender ao simples campo da atual configuração de forças entre nações. O essencial é que se leve em conta os interesses marítimos do Brasil. Mais de 90% do nosso petróleo – dois milhões de barris por dia – são extraídos do mar. Da mesma forma, mais de 95% do nosso comércio exterior – cerca de US$ 300 bilhões, entre exportações e importações – são transportados por via marítima. Também, a “Amazônia Azul” (Área Marítima que constitui a Zona Econômica Exclusiva brasileira, assim chamada por ter área equivalente à da Amazônia) contém, na imensidão da massa líquida e do vasto território submerso de milhões de quilômetros quadrados, riquezas biológicas e minerais, largamente ameaçadas pela exploração predatória e interesses internacionais.
    Como se vê, os interesses marítimos do Brasil são de tal magnitude que não podem prescindir da proteção das unidades navais. A falta absoluta de meios de defesa, para tanta riqueza, pode acabar se constituindo em convite a determinadas ações lesivas ao interesse nacional. Daí a necessidade de uma Marinha capaz de desencorajá-las.
    Os submarinos de propulsão nuclear, diferentemente dos convencionais, dispõem de elevada mobilidade. São fundamentais para a defesa distante das águas azuis (águas profundas).
    Por possuírem fonte virtualmente inesgotável de energia e poderem desenvolver altas velocidades, por tempo ilimitado, cobrindo rapidamente áreas geográficas consideráveis, são empregados segundo uma estratégia de movimento. Em face dessas características, podem chegar a qualquer lugar em pouco tempo, o que, na equação do oponente, significa poder estar em todos os lugares ao mesmo tempo. O submarino de propulsão nuclear é simplesmente o senhor dos mares.
    É evidente que sua ação específica não deverá ser a de permanecer como “sentinela” ao redor dos campos petrolíferos, por exemplo, como eventualmente se especula. Na verdade, o relevante não é nem o que ele vai fazer. Mas o que pode fazer. E pode tanto, que sua simples existência é suficiente para produzir boa parte dos efeitos desejados com sua posse. Como dito, nossa Zona Econômica Exclusiva cobre cerca de 4,4 milhões de quilômetros quadrados. É para estar, a tempo e a hora, presente em qualquer ponto dessa vastidão oceânica que se necessita de um submarino de propulsão nuclear. Mais ainda, os interesses do Brasil, no mar, não terminam nos limites da “Amazônia Azul”. Eles se estendem a qualquer lugar onde um navio navegue sob nossa bandeira, cuja proteção é dever inalienável do Estado Brasileiro. Essa, a relevância e a importância estratégica da construção do submarino nuclear.

    5) “Em caso de insucesso na negociação do acordo com os franceses, qual seria uma segunda alternativa que satisfaria a meta nacional de desenvolver o próprio submarino nuclear?”

    Se houver tal insucesso, muito provavelmente o Brasil terá que desenvolver seu submarino de propulsão nuclear por meios próprios, o que demandará um tempo significativamente maior do que o atualmente estimado.
    A única alternativa que poderia satisfazer a meta nacional seria a de algum país que domine a tecnologia de construção de submarinos nucleares concordar em transferi-la ao Brasil.
    Entretanto, até hoje, nunca houve qualquer transferência de tecnologia do gênero, exceto pela ajuda dos americanos aos britânicos, com a transferência do sistema de propulsão. Os franceses, no caso, estão sendo pioneiros, ainda assim, porque já dominamos a tecnologia nuclear.

    Atenciosamente,

    CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA




    UBICACION DE LA FUTURA BASE NAVAL Y COMPLEXO INDUSTRIAL NAVAL


    LANÇAMENTO DO TIKUNA (2005)



  2. #12
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    Predeterminado Mas sobre Brasil y Francia

    El astillero público español de Navantia negocia en la actualidad con el francés DCNS por los submarinos Scorpene


    09/09/2009 (Infodefensa.com) Madrid -
    El astillero público español de Navantia negocia en la actualidad con el francés DCNS un acuerdo para colaborar en la transferencia de tecnología utilizada en los submarinos Scorpene que han sido vendidos a Brasil, según informaron fuentes de la empresa española.
    Las fuentes señalaron que responsables de ambas compañías negocias estos días los detalles de la colaboración que todavía no está cerrada aunque algunos afirman que el contrato brasileño debería representar para Navantia un negocio mínimo de 150 millones de euros, informó el diario El Economista.
    Las fuentes oficiales consultadas por este periódico aseguraron que el cálculo definitivo de la participación española no se conocerá hasta dentro de varios días, si se tienen en cuenta otros contratos similares ya firmados.
    Cuando se vendieron seis Scorpene para India por un importe de 1.200 millones de euros -acuerdo que se anunció a finales de 2005- la carga de trabajo que el contrato supuso para Navantia se tradujo en unos ingresos de 200 millones de euros.
    Los astilleros públicos españoles tienen el 50 por ciento de la propiedad intelectual del Scorpene, el modelo que según el presidente francés, Nicolas Sarkozy, ha sido vendido a Brasil y cuyo contrato por cuatro unidades fue firmado esta semana. Francia también ha vendido otro submarino más nuclear pero no esta claro exactamente que modelo se trata aunque podría estar basado también en una mezcla entre el Scorpene y el Baracuda, el sumergible nuclear de DCNS.
    El acuerdo activo que existe entre Navantia y DCNS fija un reparto de trabajo entre ambas empresas en el caso del Scorpene que concede a la firma española la construcción de la popa del sumergible mientras que la francesa se dedica a la proa y al suministro de la mayoría de los sistemas electrónicos y de armas.
    Sin embargo, en este caso, el acuerdo con Brasilia fija que los submarinos serán montados en un astillero que se creará en su territorio y con transferencia de tecnología y, por tanto, no esta claro cual será entonces el reparto final entre las dos empresas, la española y la francesa.

    Difíciles relaciones

    Las relaciones entre el astillero de Cartagena y el de Cherburgo no pasan por su mejor momento tras la denuncia presentada por la compañía francesa contra Navantia en la que, entre otras cosas, busca ser incluida el programa de construcción de los submarinos S-80 que fabrica actualmente en solitario para España por entender que en cierta manera se trata de una copia de la tecnología del Scorpene.
    Navantia sostiene, sin embargo, que defiende que es un diseño propio y rechaza este planteamiento mientas busca mantener el consorcio en sus términos actuales ante el éxito que ha tenido en los últimos años con la venta de estos sumergibles a Chile y Malasia, además del contrato de transferencia de tecnología para la India.
    El caso está pendiente aún de resolución en los tribunales franceses.

    Nueva empresa conjunta

    Según un comunicado de prensa hecho público por la empresa francesa, los submarinos brasileños serán construidos por la compañía Itaguaí Construcoes Navais, una empresa conjunta formada entre DCNS y la brasileña Odebrecht a finales de agosto. Esta empresa conjunta cuenta con un capital social de 10 millones de reales y será responsable de la gestión y administración de todo el proyecto.
    Odebrecht cuenta con el 50 por ciento del capital de Itaguaí Construcoes Navais mientras que DCNS el 49 por ciento y el Estado brasileño el 1 % restante y retendrá la llamada "acción de oro" con derecho de veto en el caso de venta o transferencia.
    El programa de submarinos brasileños tendrá un coste de 6.700 millones de euros, de los que 1.868 millones se dedicarán a la construcción de una nueva base y un astillero en Itaguaí (estado de Río de Janeiro).

    La empresa Navantia tiene astilleros en tres ciudades, Cadiz - Andalucia (2,200 empleados), Ferrol - Galicia (1.700 empleados) y Cartagena - Murcia (1.200 empleados).

  3. #13
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    Predeterminado Respuesta: Mas sobre Brasil y Francia

    Espero que a los Brasileros no les pase lo mismo que les paso a los Chilenos con los Scorpene del mismo consorcio.
    En enero del 2005, el submarino estuvo realizando pruebas de mar cerca de la costa de Francia, y cuando intentó emerger sufrió un escorado de más de 60º de inclinación. Según los expertos este fué un incidente muy grave.
    Saludos

  4. #14
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    Predeterminado Respuesta: Mas sobre Brasil y Francia

    Cita Iniciado por flaps Ver mensaje
    Espero que a los Brasileros no les pase lo mismo que les paso a los Chilenos con los Scorpene del mismo consorcio.
    En enero del 2005, el submarino estuvo realizando pruebas de mar cerca de la costa de Francia, y cuando intentó emerger sufrió un escorado de más de 60º de inclinación. Según los expertos este fué un incidente muy grave.
    Saludos
    ¿Y que les puede pasar flaps?
    El incidente del Scorpene, en realidad es un riesgo que se corre siempre con las primeras pruebas de los prototipos, no solo de barcos y submarinos, si no de cualquier avión, donde las exigencias de las pruebas son extremas, para su certificación. Y es el riesgo también de extrenar algo que nadie tiene.
    De un nuevo submarino con una características tecnicas extraordinarias.
    Chile es el primero, aún antes que Francia y España (que adquirirá 4).
    tambien Malasia compró 2 Scorpene y el primero se entregó en Julio.
    Scorpene y cazaminas para India (en negociación)
    Scorpene y un buque de asalto para Portugal (en negociación)
    Scorpene y fragatas para Corea del Sur (en negociación)
    Scorpene para la armada española contratos para construir 4.
    Los que criticaban en Chile, esa compra que es muy cara (eso es verdad), este incidente les vino como anillo al dedo, pero lo que no dicen, es a que tipo de pruebas se los somete y que en todo caso el incidente ocurrió en fase de pruebas, cuando aún la nave no habia sido entregada a Chile.

  5. #15
    MARCELO R CIMINO
    Guest

    Predeterminado Respuesta: Mas sobre Brasil y Francia

    Cita Iniciado por flaps Ver mensaje
    Espero que a los Brasileros no les pase lo mismo que les paso a los Chilenos con los Scorpene del mismo consorcio.
    En enero del 2005, el submarino estuvo realizando pruebas de mar cerca de la costa de Francia, y cuando intentó emerger sufrió un escorado de más de 60º de inclinación. Según los expertos este fué un incidente muy grave.
    Saludos
    Hola LEITO!
    La verdad,no sé que honda con los Brasileros,lo lógico es que hubieran seguido con tegnología Alemana,6 U209 construyeron o están por concluír la serie.Total a los Franceses los nesecitan por el reactor y tegnología inherente,el sub es un tubo en cualquiera de los casos,adémas ellos ya tienen un diseño de casco echo.Realmente no los entiendo.
    En cambio Chile,la niña dorada de las compras,se paseó por tegnología Inglesa, Alemana y ahora FrancoEspañola.Ni hablar de las fragatas una de cada color y de los misíles,no sé tienen un kiosco logístico
    Ahora se me vienen como alúd.

    Saludos

  6. #16
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    Predeterminado Respuesta: Mas sobre Brasil y Francia

    Cita Iniciado por Teodofredo Ver mensaje
    Scorpene y fragatas para Corea del Sur (en negociación)
    Scorpene para la armada española contratos para construir 4.
    teo una consulta, los coranos no estaban adquiriendo los U214 alemanes?y españa los S80??

  7. #17
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    Predeterminado Respuesta: Mas sobre Brasil y Francia

    Cita Iniciado por MARCELO R CIMINO Ver mensaje
    Hola LEITO!
    La verdad,no sé que honda con los Brasileros,lo lógico es que hubieran seguido con tegnología Alemana,6 U209 construyeron o están por concluír la serie.Total a los Franceses los nesecitan por el reactor y tegnología inherente,el sub es un tubo en cualquiera de los casos,adémas ellos ya tienen un diseño de casco echo.Realmente no los entiendo.
    En cambio Chile,la niña dorada de las compras,se paseó por tegnología Inglesa, Alemana y ahora FrancoEspañola.Ni hablar de las fragatas una de cada color y de los misíles,no sé tienen un kiosco logístico
    Ahora se me vienen como alúd.

    Saludos
    Los subs da classe Tupi son 5:

    S Tupi (S 30)
    S Tamoio (S 31)
    S Timbira (S32)
    S Tapajó (S33)
    S Tikuna (S34)

    Los últimos 4 construídos totalmente en Brasil, algunos consideram el Tikuna una otra classe por traer nuevas tecnologias.
    Scorpene fue elegido porque los alemanes no tienen la tecnologia que Brasil necessita, o sea la del casco del sub nuclear, la parte nuclear sera toda desarollada en brasil incluido el reator, los franceses no participan en esto.
    Segundo el comandante de la Marinha Brasileira, fue contatado tanto los indios como los chilenos que declararon estar muy satisfechos com el scorpene, y que los comentarios que salen volando por todos los lados estan chenas de mentiras.
    Esto ya no es novedad, hay muchos informes (acá mismo en AA) del verdadero objetivo del programa Brasileiro e las razones de sus escolhas.

    Abrazos

  8. #18
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    Predeterminado Respuesta: Mas sobre Brasil y Francia

    Cita Iniciado por tomis26 Ver mensaje
    teo una consulta, los coranos no estaban adquiriendo los U214 alemanes?y españa los S80??
    Hola tomis26...... el S80 a mi entender, es el Scorpene con sistemas americanos.....esto causo la discordia entre DCN e Navantia..... los gringos e OTAN fizeram una pression en Espanha....bueno es so pesquisar en la WEB.

    El S80, tiene uno pedido de 6 unidades por la Armada Espanhola.... dudo que comprem esta quantidade...tendo esto sub perdido una competencia en Turquia para los U214 alemanes, no lo vejo futuro algun.....fue su muerte... hablan que los Aussies los quieren....pero la competencia australiana esta mas clara hoy por los subs Suecos....

    Nuestro colega Teodofredo debe tener mas dados.

    Saludo

  9. #19
    Colaborador Avatar de Teodofredo
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    Predeterminado Respuesta: Mas sobre Brasil y Francia

    No. No son iguales.
    El S-80 es un proyecto solo español (por ahora) y es mas grande que el Scorpene.
    En 1997 (noviembre) se hace la redacción del documento "Concepto Preliminar de Objetivo de Estado Mayor (ONST)", para la realización del primer submarino S-80, en 1999, se define el proyecto para desarrollo a partir de la aprobación por el AJEMA, en el astillero IZAR de Cartagena (MURCIA), en la consecución del prototipo del submarino en cuestión. En el 2005, Navantia comienza ha construir los 4 submarinos, que entregarán para 2012/2013. (Navantia es la nueva sociedad que se hace cargo de IZAR.)
    El Scorpene, es un submarino mas pequeño y contemporaneo del S-80, pero en este caso, en co-producción con Francia. El Scorpene compite con Howaldswerk-Deutsche Werft (HDW) de Alemania (fabricante de los Tipo 209/212).
    Los alemanes han presentado el 209, que no fue aceptado por Chile, luego han presentado otra version mejorada, conocido como el Tipo 212 o (EURO-212) una evolución del 209 para Alemania e Italia, pero para ese entonces ya Chile había elegido el Scorpene (creo, a ver si alguien tiene mas datos).
    El Scorpene (Escorpión en francés) es un proyecto en donde se junta toda la experiencia adquirida a través de los años por DCN en la construcción de los submarinos nucleares franceses.


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    Última edición por Teodofredo; 11/09/2009 a las 04:57

  10. #20
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    Predeterminado Respuesta: Mas sobre Brasil y Francia

    Gracias Teo por la data.

    Una pregunta......hablan que el 212 no es exportable para paises non NATO..... sabes se esto es correcto?

    Saludo

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