Otro medio que indica la misma versiòn acerca de la oferta de españa por los Mirage F-1M del EdA, en este caso en portuguès
Argentina estuda compra de Mirage F1
Proposta da Espanha, prevê cedência em condições vantajosas
As autoridades militares da Argentina, segundo a imprensa do país, têm em cima da mesa uma proposta endereçada à argentina pela Espanha, que prevê a possibilidade de venda ou cedência de várias aeronaves espanholas do tipo Mirage-F1 que vão ser retiradas de serviço da força aérea espanhola.
Condicionada por uma crise orçamental e por cortes drásticos no sector da defesa, as forças armadas da Argentina e a sua força aérea em especial têm passados por momentos de dificuldade e a sua principal arma de defesa aérea, o Caça Mirage-III está neste momento não só completamente ultrapassado como a maioria das unidades oficialmente ao serviço não estão operacionais.
Dona daquela que foi a mais poderosa força aérea do hemisfério sul, a Argentina tem presentemente que recorrer a aeronaves subsónicas de ataque para missões de patrulha, porque os seus aviões mais rápidos não estão devidamente equipados para utilizar sequer mísseis AIM-9L que a força aérea argentina tem em operação.
As condições de cessão dos caças espanhóis seriam «interessantes», embora não sejam conhecidos mais detalhes.
Os aviões Mirage F-1, substituíram o Mirage-III na força aérea da França durante os anos 80 e vários países adquiriram a aeronave, embora o seu sucesso não tenha sido tão claro como o do seu antecessor.
As aeronaves espanholas, como as da França foram submetidas a modificações de forma a permitir a utilização de armas mais modernas.
Os Mirage F1 que a Argentina está a analisar, têm capacidade para utilizar mísseis AIM-9M, podem utilizar mísseis anti-navio Exocet e podem ser configurados para operações de ataque ao solo.
A Espanha adquiriu um total de 73 unidades desta aeronave e a maior parte delas já foram retiradas de serviço. Aparentemente o numero de aeronaves oferecidas deverá estar entre 12 e 16, que é aproximadamente o numero de aeronaves que a força aérea da Espanha tem em operação.
As aeronaves espanholas, foram relegadas para missões de ataque, mas continuaram a reter todas as suas restantes faculdades como caça interceptor.
Embora mais modernos que os Mirage-III ao serviço na Argentina, os Mirage F-1 não deixa de ser apenas uma solução transitória. A Argentina continuará a precisar escolher um caça de superioridade aérea para o futuro.
Seguro que la FAA se merece algo más, pero con una billetera tan pobre, mucho no se puede hacer. Además hay que considerar que para la actual administración no hay ninguna hipótesis de conflicto que justifique adquirir material de primera línea.
Mal momento para renovar los deltas.
que bueno somos la nación mas pacifica que el vaticano . cual es le cuarto candidato????
Otro medio que indica la misma versiòn acerca de la oferta de españa por los Mirage F-1M del EdA, en este caso en portuguès
Argentina estuda compra de Mirage F1
Proposta da Espanha, prevê cedência em condições vantajosas
As autoridades militares da Argentina, segundo a imprensa do país, têm em cima da mesa uma proposta endereçada à argentina pela Espanha, que prevê a possibilidade de venda ou cedência de várias aeronaves espanholas do tipo Mirage-F1 que vão ser retiradas de serviço da força aérea espanhola.
Condicionada por uma crise orçamental e por cortes drásticos no sector da defesa, as forças armadas da Argentina e a sua força aérea em especial têm passados por momentos de dificuldade e a sua principal arma de defesa aérea, o Caça Mirage-III está neste momento não só completamente ultrapassado como a maioria das unidades oficialmente ao serviço não estão operacionais.
Dona daquela que foi a mais poderosa força aérea do hemisfério sul, a Argentina tem presentemente que recorrer a aeronaves subsónicas de ataque para missões de patrulha, porque os seus aviões mais rápidos não estão devidamente equipados para utilizar sequer mísseis AIM-9L que a força aérea argentina tem em operação.
As condições de cessão dos caças espanhóis seriam «interessantes», embora não sejam conhecidos mais detalhes.
Os aviões Mirage F-1, substituíram o Mirage-III na força aérea da França durante os anos 80 e vários países adquiriram a aeronave, embora o seu sucesso não tenha sido tão claro como o do seu antecessor.
As aeronaves espanholas, como as da França foram submetidas a modificações de forma a permitir a utilização de armas mais modernas.
Os Mirage F1 que a Argentina está a analisar, têm capacidade para utilizar mísseis AIM-9M, podem utilizar mísseis anti-navio Exocet e podem ser configurados para operações de ataque ao solo.
A Espanha adquiriu um total de 73 unidades desta aeronave e a maior parte delas já foram retiradas de serviço. Aparentemente o numero de aeronaves oferecidas deverá estar entre 12 e 16, que é aproximadamente o numero de aeronaves que a força aérea da Espanha tem em operação.
As aeronaves espanholas, foram relegadas para missões de ataque, mas continuaram a reter todas as suas restantes faculdades como caça interceptor.
Embora mais modernos que os Mirage-III ao serviço na Argentina, os Mirage F-1 não deixa de ser apenas uma solução transitória. A Argentina continuará a precisar escolher um caça de superioridade aérea para o futuro.
Al parecer no Pisciano. Ya son un par de veces que leo esto en foros. No conozco la trayectoria o el trabajo del señor Higuera, pero en otro Treat Hoot también ha manifestado lo poco confiable que es esta fuente.
Lo que escriba Higuera... no por lo menos... a los demas corresponsales no los conozco, pero a Higuera, bueno...
Cita:
Iniciado por Tabano1973
Aqui Le Adjudican la nota a Martin Barragan.-
Saludos
Cita:
Enfoque Estratégico es una publicación orientada a informar y contextualizar los desarrollos que tienen lugar en América del Sur en los ámbitos de las Relaciones Internacionales, la Seguridad y la Defensa.
Corresponsales y Columnistas
· Juan Carlos Cicalesi (Argentina) · Juan Manuel Barragán (Argentina)
· Mark Figtree (Australia-Asia)
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· Roberto Paredes (Chile)
· Armen Kouyoumdjian (Chile)
· Nikolai Schischmanoff (Federación Rusa-Europa Oriental)
· Iván Peña Nesbit (Venezuela)
· Emmanuel Ferrario (Paraguay-Uruguay)
Esto es como cuando EFE o Reuters publican algo y que todos los otros medios online se cuelgan y lo publican.
Yo al Señor Barragan no lo conozco y no puedo dudar de su honradez, seria muy mal educado de mi parte pensar asi. Pero si la nota aparece ademas firmada por Higuera y en un sitio de donde el es el Director, bueno... pues... permitanme al menos dudarlo.
Higuera ha sido por años corresponsal de JDW en Chile, ademas de ser asesor en materias de defensa del PPD (Partido Por la Democracia) en Chile, integrante de la coalicion de Gobierno, la Concertacion. De triste participacion en la teleserie de NAC (Viper) y de Olimpo (Scorpene).... su tendencia ProDassault y ProHDW era tan marcada como su ahora insistencia con los EFAs para la FACh.
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