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Tema: Unasul decide fazer drone para países sul-americanos sem armas

  1. #1
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    Predeterminado Unasul decide fazer drone para países sul-americanos sem armas

    11/11/2013 09h32 - Atualizado em 11/11/2013 09h33

    Unasul decide fazer drone para países sul-americanos sem armas

    Modelo que será usado por 10 países terá alcance de até 5 mil metros.
    Avião não tripulado irá monitorar Amazônia, desmatamento e fronteiras.





    Simulação mostra uso do drone Falcão, em reconhecimento armado, sobrevoando a Amazônia (Foto: Avibras/divulgação)Drone da Unasul será semelhante ao Falcão (foto),
    que está sendo fabricado pela Avibras e Embraer
    no Brasil (Foto: Avibras/divulgação)

    Dez países que compõem a União de Nações Sul-Americanas (Unasul) decidiram fabricar um drone comum para ser usado na América do Sul sem poder de ataque e sem a capacidade de acoplar armas.

    O modelo irá fazer fotos e filmagens a até 5.200 metros de altitude, terá autonomia de até 13 horas, será movido a combustível e usado conjuntamente para monitorar a Amazônia.

    Além disso, cada um dos países que compõem o bloco apontou interesse em usar o avião para outros fins, como vistorias em áreas de preservação ambiental, controle de queimadas e incêndios, levantamento cartográfico e controle de safras. No Brasil, o interesse seria no Exército empregá-lo para vigilância das fronteiras e o combate ao tráfico de drogas e armas.
    saiba mais

    Segundo o coronel Geraldo Branco, que integra o Departamento de Ciência e Tecnologia Industrial do Ministério da Defesa, a possibilidade de construção e uso de um veículo aéreo não tripulado (vant) militar com capacidade de matar “não foi cogitada”.

    “Os requisitos pedidos até agora somente tratam de missões de reconhecimento”, diz ele. O drone da Unasul pesará até 400 quilos e levará 110 quilos de equipamentos, como câmeras e sensores.


    Os drones ficaram famosos no mundo após ataques realizados pelos Estados Unidos para matar suspeitos de terrorismo no Afeganistão, Paquistão e outros países do Oriente Médio. Organizações internacionais de direitos humanos e a ONU defendem a investigação de morte de inocentes nos ataques e pedem a criação de uma legislação internacional sobre o tema.

    Legislação comum
    Os critérios básicos do drone da Unasul foram definidos após reuniões realizadas em Brasília nos últimos quatro meses em que estiveram presentes militares de Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Equador, Guiana, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela. Cada país definirá a legislação interna para usar o modelo - não foi negociada nenhuma norma regional, como já há na Europa.

    Ainda não está definido quem são os engenheiros que irão trabalhar na construção ou se será adquirido de alguma empresa.

    O governo brasileiro já investiu R$ 40 milhões no Falcão, um drone maior que o modelo pedido pela Unasul e que está sendo fabricado para exportação para a América Latina e também para uso nacional Harpia, uma parceria da Avibrás com a Embraer e a AEL, subsidiária brasileira da indústria de tecnologia de aviação israelense Elbit Systems. Havia a expectativa de que o Falcão fosse o modelo usado pela Unasul, mas ele será maior – pesará cerca de 800 quilos – e a previsão é que comece a voar em 2014.

    A Embraer, sócia majoritária da Harpia, disse que a empresa possui interesse em participar no projeto do vant da Unasul e que “vê grande similaridade nos cenários e desafios do Brasil e seus países vizinhos”.

    O andamento do projeto do Falcão depende da definição de um pedido de oferta das Forças Armadas.

    Em março, o G1 divulgou com exclusividade que mais de 200 drones de pequeno porte voam nos céus do país sem autorização, já que é proibido o uso comercial e também o voo sobre cidades destes aviões no Brasil. O país possui atualmente seis drones de grande porte, que são israelenses e usados pela Aeronáutica para monitorar as fronteiras e pela Polícia Federal para acompanhar suspeitos de tráfico de drogas e armas.

    Em 2014, a Unasul definirá um nome preliminar e começará a fazer o esboço do modelo, que terá cerca de R$ 463 milhões.
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  2. #2
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    Predeterminado Re: Unasul decide fazer drone para países sul-americanos sem armas

    Dejemosnos de joder con entrenadores y pongamos todas las fichas en lo que se viene, los drones, sino Brasil nos va a ganar de mano y otra vez a la cola!!!!

    Saludos.

  3. #3
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    Predeterminado Re: Unasul decide fazer drone para países sul-americanos sem armas

    Cuando los ministros de defensas firmaron en LAAD 2013 la carta de entendimiento en la que FAdeA se encargaría del desarrollo y producción del avión de entrenamiento para la UNASUR, se firmaba otro documento en que Brasil se encargaría del desarrollo de UAV.
    Es por eso que no hay que preocuparse, porque seguramente se manejará la misma política que con el UNASUR I en donde intervienen personal e ingenieros de todos los países participantes.
    Nosotros tenemos un gran plan que es el proyecto SARA: http://www.aviacionargentina.net/for...argentino.html y con él dominaremos tecnologías importantes. Además para el año que viene hay un presupuesto asignado para UAV.
    "Antes sacrificaría mi existencia que echar una mancha sobre mi vida pública que se pudiera interpretar por ambición".José de San Martín

  4. #4
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    Predeterminado Re: Unasul decide fazer drone para países sul-americanos sem armas

    Esta muy bien que se ordene entre los paises de UNASUR cual sera el papel de cada uno, de manera que no se malgaste esfuerzos en hacer lo mismo en distintos proyectos y poder aunar fuerzas en un solo objetivo conjunto, pero hay que tener cuidado y no dejar el futuro en manos de otros, hay que tratar de tener el mayor de los protagonismos en temas importantes como el de los UAV y UCAV, que todos sabemos que es el futuro de la defensa aerea.
    Mas alla de eso, nunca termine de entender bien como es el tema de los UAV en Argentina, porque veo muchos avances, pero en proyectos aislados, cada fuerza y organismo tienen el suyo, en lugar de que todos sigan un mismo desarrollo...

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