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    Re: Embraer Ayer y Hoy

    Divisão de Defesa e Segurança da companhia brasileira planeja construir embarcações para a Marinha

    A Embraer se prepara para entrar nos mares. Em mais uma etapa da consolidação da unidade de negócios dedicada às áreas de Defesa e Segurança, a companhia está decidida a ingressar no setor naval. A intenção é estruturar um modelo de desenvolvimento e construção de navios para a Marinha do Brasil, informam fontes da empresa. Não estão descartados acordos com estaleiros locais ou estrangeiros. Mas, até aqui, não há associações decididas. A Embraer Defesa e Segurança foi criada em 2011 como estratégia de diversificação da fabricante de aeronaves. O processo envolveu aquisições e parcerias com empresas nacionais de radares, sistemas de informação e comunicação estratégica, monitoramento e controle. Com o Exército Brasileiro, a empresa já fechou contrato de R$ 839 milhões só para implantação da primeira fase do projeto Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron). Mês passado, foi selecionada com a coligada Atech para conduzir o programa Laboratório de Geração de Energia Núcleo-Elétrica (Labgene). O contrato de R$ 221 milhões com a Marinha envolve o desenvolvimento do sistema de propulsão do futuro submarino nuclear brasileiro.

    Poder Naval - Marinha de Guerra, Tecnologia Militar Naval e Marinha Mercante

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    Re: Embraer Ayer y Hoy

    Lucro líquido da Embraer salta 3.300% no 3º trimestre

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    A Embraer encerrou o terceiro trimestre de 2012 com lucro líquido consolidado de R$ 132,9 milhões, o que representa um crescimento de mais de 3.300% em relação ao registrado no mesmo período do ano passado, de R$ 3,2 milhões. No ano, o lucro líquido consolidado atingiu R$ 446,5 milhões, com alta de 32,4% sobre igual trimestre do ano anterior.

    O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 336,9 milhões entre julho e setembro de 2012, com expansão de 8,2% em relação ao mesmo intervalo do ano passado. A margem Ebitda foi de 11,8%, ante 13,7% apurada no terceiro trimestre do ano passado. No acumulado dos nove primeiros meses de 2012, o indicador totalizou R$ 1,125 bilhão, com margem Ebitda de 13,6%.

    A receita líquida alcançada entre julho e setembro foi de R$ 2,849 bilhões, o que representa crescimento de 25,7% ante o mesmo trimestre de 2011. No acumulado do ano até setembro, a receita líquida totalizou R$ 8,283 bilhões, alta de 33,8% sobre igual intervalo do ano passado.

    … mas para manter o ritmo da produção, novas encomendas são necessárias
    A Embraer precisará fechar novas vendas de jatos comerciais nos próximos seis meses para manter o ritmo de produção de aeronaves em 2013 no mesmo patamar deste ano.

    A chance mais próxima é uma possível encomenda da Delta Air Lines, que deve escolher ainda em 2012 o fornecedor que renovará sua frota de aviões regionais, disse nesta quarta-feira o presidente-executivo da fabricante brasileira, Frederico Curado.

    A Embraer terminou setembro com carteira de pedidos (backlog) na aviação comercial de cerca de 6,2 bilhões de dólares, com 178 jatos civis a serem entregues a clientes –o equivalente a 1,5 ano de produção.

    Alguns analistas questionam se a fabricante será capaz de manter a produção no segmento comercial nos níveis atuais, de pouco mais de 100 unidades neste ano, em um cenário de companhias aéreas postergando decisões de renovação de frota regional diante das incertezas na economia global.

    Curado disse que a confiança da Embraer em manter o nível de produção é baseada no fato de a fabricante já ter iniciado outros anos em situação mais desconfortável de backlog do que agora.

    “Há uma crescente atividade (comercial) com grandes companhias aéreas e regionais (nos EUA) sobre frotas”, afirmou.

    Em seguida, em tom de cautela, o executivo disse que há risco pequeno de a Embraer ter que diminuir a produção no próximo ano, e que não existe chance de elevá-la.

    Ele se recusou a informar a analistas quanto da linha de montagem de aviões comerciais já está ocupada em 2013 com o atual backlog, indicando apenas que a empresa tem os próximos seis meses para preencher espaços disponíveis na produção do ano que vem.

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    Re: Embraer Ayer y Hoy

    Conviasa recebe terceiro E190.

    Um grupo de pilotos, copilotos e engenheiros venezuelanos, treinados no Brasil, e um avião Embraer 190 com 104 assentos chegam neste domingo (28) ao Aeroporto Internacional de Maiquetia, no estado de Vargas, na Venezuela. O treinamento da equipe e a compra da aeronave estão previstos em acordo firmado pelo Brasil e pela Venezuela. É o terceiro avião da Embraer que chega ao país vizinho.

    O acordo foi firmado com o Consórcio das Indústrias venezuelano de Aeronaves e Serviços Aéreos SA (Conviasa). Em uma nota, o consórcio informou que a aeronave será usada em viagens curtas e médias. O objetivo, segundo o comunicado, é modernizar a frota e “oferecer um serviço de maior qualidade para todos os usuários”.

    A aeronave é conduzida pelos comandantes brasileiro Cássio Teixeira Cássio, e venezuelano Humberto Bermudez. No mês passado, a Conviasa já havia recebido duas aeronaves do Brasil.

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    Primeiro E190 da Venezuela chega hoje a Maiquetia | Poder Aéreo - Informação e Discussão sobre Aviação Militar e Civil

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    Re: Embraer Ayer y Hoy

    EMBRAER - Com tecnologia de ponta, é o orgulho da indústria brasileira

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    A recente abertura de duas fábricas da Embraer na cidade de Évora, no sul de Portugal, deverá resultar na criação de 600 empregos diretos e 1.200 indiretos. O investimento total da empresa brasileira é de 177 milhões de euros.

    Com as novas fábricas, Évora deverá se tornar uma referência internacional em tecnologia aeronáutica de ponta, avalia o jornalista especializado Jens Flottau. Ele lembra que a Embraer é uma referência mundial no setor. O novo modelo militar KC-390 deverá ser, ao menos em parte, construído nas novas instalações em Évora.

    Origens

    A Empresa Brasileira de Aeronáutica foi fundada por decreto em 1969, com o objetivo de implementar a produção em série de aviões no Brasil, um sonho do governo brasileiro desde a década de 40.

    Os benefícios seriam a criação de um setor industrial de alta tecnologia e a possibilidade de conectar as distantes regiões do país sem a necessidade de apelar para fornecedores estrangeiros.

    Em 1972, os primeiros aviões turbo-hélice para 12 passageiros do modelo Bandeirante começaram a sair da linha de montagem. O Bandeirante teve largo uso militar e civil desde o início e passou a ser exportado a partir de 1977.

    Privatização e crescimento

    Nos anos 80, as aeronaves regionais, como o modelo Brasília, passaram a ganharam importância. No final dos anos 80 e início dos 90, a empresa estatal passou por enormes dificuldades financeiras e quase fechou. Acabou sendo privatizada em dezembro de 1994.

    Naquela época já estava em desenvolvimento o ERJ 145, que fez seu voo inaugural seis meses mais tarde. "Esse foi o primeiro grande passo para que a Embraer viesse a ser a empresa que é hoje", afirma Flottau. "Naquele tempo não havia concorrência para o mercado de aeronaves desse porte."

    Dependendo da distribuição dos assentos, o ERJ 145 pode acomodar até 50 passageiros e é utilizado em rotas regionais. "Um grande salto foi dado em 1999, com a construção dos e-jets", diz Flottau. Essas aeronaves podem transportar de 70 a 120 passageiros em distâncias de até 2.400 km.

    O especialista em aviação Cord Schellenberg acompanha a evolução da Embraer com grande interesse. "Quem sabe um dia a Embraer poderá quebrar o duopólio da Airbus e Boeing", opina. A Boeing anunciou uma parceria com os brasileiros em abril passado.

    Melhor que a concorrência

    A única concorrentre direta da Embraer é a canadense Bombardier, que compete em dois segmentos com a empresa brasileira: aeronaves comerciais regionais, onde a empresa brasileira está na dianteira, e executivas, onde os norte-americanos estão em vantagem.

    Entretanto, Flottau diz que "os aviões da Embraer são simplesmente melhores: eles oferecem mais espaço, são mais econômicos e o E-195 é a primeira aeronave de seu porte com a qual é possível fazer pousos íngremes, no meio de uma cidade, como no caso do aeroporto London City".

    O chefe de gerenciamento de frota da Lufthansa, Nico Buchholz, afirma que os modelos da Embraer utilizados pela empresa aérea alemã, o E-190 e o E-195, se destacam principalmente em eficiência econômica e ambiental. "Os clientes elogiam sobretudo o conforto", completa. A Lufthansa utiliza 38 aeronaves da Embraer. Até o fim de 2013 serão mais seis.

    Símbolo da indústria brasileira

    A construtora de aviões é um dos orgulhos da indústria brasileira. "A Embraer mostrou ao mundo que o Brasil tem condições de produzir tecnologia de ponta", afirma Oliver Döhne, representante para o país da agência de comércio exterior German Trade and Invest. "Também por isso a empresa costuma ganhar apoio estatal do BNDES."

    Döhne ressalta que a opção pelo setor aeroviário não é puro acaso. "A aviação brasileira tem uma tradição centenária, iniciada com o pioneirismo de Alberto Santos-Dumont." Além disso, os custos de produção tem aumentado no Brasil nos últimos anos. "Diante desse cenário, é uma atitude inteligente investir em alta tecnologia, porque nesses mercados não é assim tão fácil de entrar. Na Europa, essa é uma prática usual há décadas."

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    Re: Embraer Ayer y Hoy

    Embraer entrega os quatro primeiros A-29 Super Tucano da Indonésia
    6 de agosto de 2012





    A Embraer Defesa e Segurança informou nesta segunda-feira, 6 de agosto, a entrega de quatro aeronaves de ataque leve e treinamento avançado A-29 Super Tucano para a Força Aérea da Indonésia em cerimônia realizada na Unidade Gavião Peixoto, no interior paulista. A Indonésia é o primeiro operador do Super Tucano na Ásia.

    Segundo a empresa, os quatro A-29 Super Tucanos fazem parte do primeiro lote de oito aeronaves encomendadas pela Força Aérea da Indonésia em 2010. Desde então, a Força Aérea da Indonésia encomendou um segundo lote de oito Super Tucanos, como parte do seu programa de modernização, elevando o número total de encomendas para 16 aeronaves.

    “Estamos honrados pelo fato da Força Aérea da Indonésia ter selecionado o A-29 Super Tucano para o programa de modernização de sua frota”, disse Luiz Carlos Aguiar, Presidente da Embraer Defesa e Segurança. “O Super Tucano é uma aeronave de experiência comprovada, capaz de cumprir um amplo espectro de missões e com mais de 160 unidades em operação no mundo todo”.

    O A-29 Super Tucano foi escolhido pelas Forças Armadas da Indonésia para substituir sua frota de OV-10 Broncos como parte do plano de modernização de equipamentos para os anos 2009-2014. A Embraer também informou que o Super Tucano já acumulou mais de 157 mil horas de voo e mais de 23 mil horas de combate, sendo capaz de executar uma ampla gama de missões, que incluem ataque leve, vigilância, interceptação aérea e contra insurgência.

    FONTE / FOTO: Embraer

    Saudações

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