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Marinha do Brasil

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  • Re: Marinha do Brasil

    Incorporação do Navio-Patrulha Oceânico ‘Amazonas’ à Marinha do Brasil
    28 de junho de 2012, em Marinha do Brasil, por Galante




    No dia 29 de junho, às 11h, em cerimônia presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante-de-Esquadra Fernando Eduardo Studart Wiemer, nas dependências da Base Naval de Portmouth, no Reino Unido, ocorrerá a Incorporação à Armada da Marinha do Brasil do Navio-Patrulha Oceânico “Amazonas”.

    O navio, construído pela empresa BAE Systems Maritime – Naval Ships, recebe o mesmo nome da classe em que se enquadra, “Amazonas”, que contará com mais duas embarcações até 2013: Navio-Patrulha Oceânico “Apa” e Navio-Patrulha Oceânico “Araguari”, todos nomes de importantes rios brasileiros. O navio teve sua construção iniciada em 15 de fevereiro de 2008, com o batimento de quilha em 15 de junho do mesmo ano. Foi lançado ao mar em 10 de fevereiro de 2009 e sua construção foi finalizada em setembro de 2010.

    As principais características do Navio são:

    Comprimento Total: 90,5 metros
    Comprimento entre Perpendiculares: 83 metros
    Boca Máxima: 13,5 metros
    Calado de Navegação: 6,0 metros
    Deslocamento Carregado: 2.060 toneladas
    Velocidade Máxima com 2 MCP: 25 nós
    Raio de Ação a 12 Nós: 4.000 milhas náuticas
    Autonomia: 35 dias
    Capacidade de Tropa Embarcada: 39 militares
    Capacidade de Transporte de Carga: 06 Conteineres de 15 toneladas
    Armamento: 01 canhão de 30mm e 02 metralhadoras de 25mm
    Sistema de Propulsão: 2 Motores MAN 16V28/33D 7.350 HP
    Geração de Energia: 3 Geradores CATERPILLAR de 550 kW
    1 Gerador CATERPILLAR de 200kW
    Tripulação: 12 Oficiais, 21 SO/SG e 48 CB/MN
    Os Navios-Patrulha destinam-se ao patrulhamento das Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB), devendo executar diversas tarefas, dentre elas a de, em situação de conflito, efetuar patrulha para a vigilância e defesa do litoral, de áreas marítimas costeiras e das plataformas de exploração/explotação de petróleo no mar e contribuir para defesa de porto; e, em situação de paz, promover a fiscalização que vise ao resguardo dos recursos do mar territorial, zona contígua e zona econômica exclusiva (ZEE), de repressão às atividades ilícitas (pesca ilegal, contrabando, narcotráfico e poluição do meio ambiente marinho), contribuir para a segurança das instalações costeiras e das plataformas marítimas contra ações de sabotagem e realizar operações de busca e salvamento na área de responsabilidade do Brasil.

    O Navio-Patrulha Oceânico “Amazonas” foi projetado e construído para atender às necessidades de fiscalização de extensas áreas marítimas. Devido à sua grande autonomia e capacidade de operar com aeronave orgânica (helicóptero) e duas lanchas, contribuirá com os demais navios da Marinha do Brasil na proteção e fiscalização de nossa “Amazônia Azul”.

    Após a incorporação à Marinha, o “Amazonas” será preparado para navegar em direção ao Brasil, o que está previsto para ocorrer na primeira quinzena de agosto deste ano. Em uma viagem de dois meses, o navio suspende de Plymouth, cumprindo o seguinte roteiro: Lisboa (Portugal), Las Palmas (Espanha), Mindelo (Cabo Verde), Cotonou (Benim), Lagos (Nigéria), São Tomé e Príncipe, Natal (RN), Salvador (BA), Arraial do Cabo (RJ) e tem como porto final, na primeira quinzena de outubro, o Rio de Janeiro (RJ).



    Read more: Poder Naval - Marinha de Guerra, Tecnologia Militar Naval e Marinha Mercante

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    • Re: Marinha do Brasil

      NPaOc Amazonas - É da Marinha do Brasil


      Incorporado na sexta-feira (29 Junho) o NPaOc Amazonas à Marinha do Brasil

      Fotos Ricardo Fan
      Enviado Especial à Inglaterra


      Portsmouth, Reino Unido:O Amazonas, o primeiro dos três Navios de Patrulha Oceânica construídos pela BAE Systems, foi entregue hoje à Marinha do Brasil, em uma cerimônia realizada na Base Naval de Portsmouth.

      Ao som dos hinos nacionais do Brasil e do Reino Unido, funcionários e convidados, incluindo representantes das Marinhas do Brasil e do Reino Unido e do Governo do Reino Unido, assistiram ao primeiro levantamento da insígnia por membros da empresa, marcando formalmente a entrega do mais novo navio da Marinha do Brasil.

      Segundo Mick Ord, Diretor Executivo da área de Navios de Marinha, na BAE Systems: “Temos orgulho em entregar o Amazonas à Marinha do Brasil hoje. A entrega do primeiro navio marca igualmente uma importante etapa no programa e o estreito relacionamento de trabalho que estamos formando com o Brasil. Tenho certeza de que estas embarcações altamente capazes constituirão um valioso ativo para a Marinha do País”.

      A entrega se realizou no prazo de apenas seis meses, após a assinatura do contrato de £133 milhões, prevendo o fornecimento de três Navios de Patrulha Oceânica e a prestação dos serviços auxiliares de suporte. De acordo com o contrato, caberá à BAE Systems fornecer também treinamento a mais de 80 membros da tripulação do Amazonas, baseados atualmente em Portsmouth. O treinamento abordará áreas como operação do navio, sistemas eletrônicos e propulsão. O navio rumará para Plymouth, em julho, onde a tripulação completará seu programa de treinamento, antes de seguir para o Brasil, em agosto.

      O primeiro de sua classe, o Amazonas, foi construído nas instalações da BAE Systems, em Portsmouth. Os outros dois navios de sua classe, o Apa e o Araguari, foramconstruídosnos estaleiros de Scotstoun, às margens do rio Clyde,sendo que a entrega de ambos está prevista para dezembro de 2012 e abril de 2013, respectivamente.

      Os Navios de Patrulha Oceânica conferem ao País uma maior capacidade de atuação marítima. Munidos de um canhão de 30 mm e de duas metralhadoras de 25 mm, assim como de um barco inflável rígido e de um convés para pouso e decolagem de helicópteros de porte médio, os navios são ideais para garantir a segurança marítima das águas territoriais do Brasil, inclusive a proteção das reservas de petróleoe gás do País.

      Projetados para acomodar uma tripulação de até 70 pessoas, com acomodações para 50 efetivos embarcados ou passageiros, bem como um amplo espaço no convés para o armazenamento de contêineres, os navios também se prestam muito bem para a execução de operações de busca e resgate, de apoio em situações de desastre e de ajuda humanitária.

      O contrato, anunciado em janeiro deste ano, inclui ainda uma licença de fabricação, permitindo a construção de outros navios da mesma classe no Brasil, contribuindo para o programa de reequipamento naval do País e o fortalecimento de sua capacidade industrial naval.


      Sobre a BAE Systems


      A BAE Systems é uma empresa global que atua nos segmentos de segurança, defesa, e aeroespacial com aproximadamente 94.000 funcionários em todo o mundo. A companhia fornece uma linha completa de produtos e serviços para forças aéreas, terrestres e navais, bem como soluções avançadas em eletrônica, segurança, tecnologia da informação e serviços de suporte a clientes. Em 2011, a BAE Systems alcançou vendas no valor de £19.2 bilhões, cerca de US$ 30.7 bilhões.

      No Brasil, a BAE Systems está presente desde os anos 70, por meio de sua predecessora a VT Shipbuilding. Atualmente, a empresa mantém um escritório em Brasília (DF), que dá suporte às Forças Armadas, no que diz respeito a equipamentos como canhões navais, radares, veículos blindados, controles de voo para aeronaves, entre outros; e que busca estabelecer parcerias mutuamente benéficas, por meio da transferência de tecnologia, com os setores de segurança e defesa brasileiros.



























      DefesaNet - Naval - NPaOc Amazonas - É da Marinha do Brasil

      mais fotos .



















      Editado por última vez por DeBoer; https://www.aviacionargentina.net/foros/member/3813-deboer en 07/07/12, 14:55:50.

      Comentario


      • Re: Marinha do Brasil

        Primeira foto do NaPaOc ‘Araguari’



        O Defesa Aérea & Naval, trás com exclusividade para os seus leitores, a primeira foto do terceiro navio patrulha da Classe Amazonas, o NaPaOc Araguari (P 122), fotografado em um dique seco na Base Naval de Portsmouth.


        Agora reparem a foto e vejam atrás do NaPaOc 'Araguari' (P 122) , a NaPaOc P121 'Apa' aparece logo atrás , também em breve estará incorporada à Marinha do Brasil !


        Em breve ambas embarcações serão entregue à Marinha do Brasil !


        (...) Defesa Aérea & Naval » Notícias Aéreas e Navais » Primeira foto do NaPaOc ‘Araguari’

        Comentario


        • Re: Marinha do Brasil

          DIA HISTÓRICO




          06 de Julho, 2012 - 12:21 ( Brasília )
          SN-BR - Marinha do Brasil inicia Projeto do Submarino de Propulsão Nuclear





          MARINHA DO BRASIL
          DIRETORIA-GERAL DO MATERIAL DA MARINHA


          COORDENADORIA-GERAL DO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE SUBMARINO COM PROPULSÃO NUCLEAR

          Marinha do Brasil inicia Projeto do Submarino de Propulsão Nuclear


          A maquete do SN-BR (Foto: Marinha do Brasil)


          No dia 6 de julho, às 10h30, foi realizada a cerimônia de início do Projeto do Submarino com Propulsão Nuclear Brasileiro, no auditório principal do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP). Com as presenças do Comandante da Marinha do Brasil, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto; do Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante-de-Esquadra Arthur Pires Ramos; e do Coordenador-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear, Almirante-de-Esquadra (Refº) José Alberto Accioly Fragelli, o evento marcou uma importante etapa do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), em que será desenvolvido o primeiro submarino de propulsão nuclear brasileiro.

          No evento também foi inaugurado o Escritório Técnico de Projetos em São Paulo, que foi especialmente equipado com avançados recursos de Tecnologia da Informação (TI) e uma sala de videoconferência, visando atender às necessidades que um projeto dessa magnitude demanda.

          O Programa, que está inserido no escopo de contrato firmado entre a Marinha e a empresa francesa DCNS, exceto a parte nuclear da planta de propulsão, engloba ainda a construção de um estaleiro e base naval, na região de Itaguaí (RJ), e quatro submarinos convencionais. Entre os benefícios para o país estão o fortalecimento da indústria nacional e o aprimoramento da qualificação técnica de profissionais brasileiros que trabalharão no PROSUB, garantindo ao Brasil a capacidade de desenvolver e construir seus próprios submarinos no futuro, de forma independente.



          O SN-BR na Base de Itaguaí, RJ (Imagem: Marinha do Brasil)


          Este ano, o PROSUB já deu um importante passo em sua parte nuclear com a inauguração da primeira das quatro fábricas da Unidade Produtora de Hexafluoreto de Urânio (USEXA) e do Centro de Instrução e Adestramento Nuclear ARAMAR (CIANA), em Sorocaba (SP), que representaram o domínio do ciclo do combustível nuclear para o país. Atualmente, apenas cinco países - China, Estados Unidos, França, Inglaterra e Rússia - detêm este domínio tecnológico. Com este empreendimento, o Brasil passa a integrar a seleta lista, uma vez que o reator nuclear e a propulsão do SN-BR serão desenvolvidos no país.



          Saiba Mais:



          Projeto do Submarino Nuclear Brasileiro – SN-BR



          As diferenças de projeto entre os submarinos convencionais da classe Scorpene, francês (acima) e S-BR, brasileiro (abaixo)(imagem: Marinha do Brasil)



          O trabalho de Projeto, que foi iniciado no dia 6 de julho, percorrerá um longo caminho. Serão três anos para alcançar o projeto básico do submarino de propulsão nuclear, para então ter início a fase do projeto detalhado, simultaneamente com a construção do submarino, em 2016, no estaleiro da Marinha que está sendo construído na cidade de Itaguaí.

          Considerado um dos mais complexos meios navais já idealizados pelo homem, o submarino de propulsão nuclear possui significativas vantagens táticas e estratégicas. Seu reator nuclear, por ser uma fonte quase inesgotável de energia, confere-lhe enorme autonomia, podendo desenvolver velocidades elevadas por longos períodos de navegação, ampliando significativamente sua mobilidade e permitindo-lhe patrulhar áreas mais extensas dos oceanos. Além disso, por operar ininterruptamente mergulhado, em completa independência do ar atmosférico, este tipo de submarino é praticamente indetectável, inclusive por satélites.

          O Submarino Nuclear Brasileiro (SN-BR) será totalmente projetado e construído no Brasil, empregando os mesmos métodos, técnicas e processos de construção desenvolvidos pelos franceses. Parte significativa dos equipamentos desenvolvidos para os quatro submarinos convencionais, de propulsão diesel-elétrica, será aproveitada no SN-BR. Estima-se que cada um dos submarinos a ser produzido no Brasil contará com mais de 36 mil itens a serem fabricados aqui, por mais de 100 empresas brasileiras. Entre esses equipamentos estão válvulas de casco, motores elétricos, sistema de combate, bombas hidráulicas, quadros elétricos, sistemas de controle e baterias de grande porte, dentre outros. O processo de capacitação da indústria de defesa nacional, envolvendo transferência de tecnologia e expressiva nacionalização de equipamentos, possibilitará que a qualificação alcançada pelos profissionais brasileiros possa ser utilizada em diversos outros segmentos da indústria nacional.

          O Programa de Desenvolvimento de Submarinos irá gerar, durante as obras de construção em andamento, mais de 9 mil empregos diretos e outros 27 mil indiretos. Para o período de construção dos submarinos projeta-se, na área de construção naval militar, a criação de cerca de 2 mil empregos diretos e 8 mil indiretos permanentes, com utilização expressiva de mão-de-obra local.


          Imagem : DCNS


          DefesaNet - Prosub - SN-BR - Marinha do Brasil inicia Projeto do Submarino de Propulsão Nuclear





          06 de Julho, 2012 - 11:50 ( Brasília )
          A DEFESA EM DEBATE - Projeto do Submarino Nuclear Brasileiro: ciência, tecnologia, cerceamento e soberania nacional


          A DEFESA EM DEBATE

          Nam et ipsa scientia potestas est

          Projeto do Submarino Nuclear Brasileiro:
          ciência, tecnologia, cerceamento e soberania nacional


          Fernanda Corrêa
          Historiadora, estrategista e pesquisadora do
          Instituto de Estudos Estratégicos da Universidade Federal Fluminense.
          fernanda.das.gracas@hotmail.com




          Hoje, 6 de julho de 2012, realiza-se no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), a Aula Magna que marca o início do Projeto do Submarino de Propulsão Nuclear Brasileiro. Presentes na cerimônia, o Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Júlio Soares de Moura Neto, o Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante-de-Esquadra Arthur Pires Ramos, o Diretor do CTMSP, Vice-Almirante Carlos Passos Bezerril, o Coordenador-Geral do PROSUB, Almirante-de-Esquadra José Alberto Accioly Fragelli, do Vice-Presidente Executivo da DCNS, Bernard Planchais, e demais autoridades.

          O projeto do submarino nuclear brasileiro remonta a década de 1970, durante a gestão de Ernesto Geisel (1974-1979). Coube ao engenheiro nuclear, recém chegado do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, CC Othon Luiz Pinheiro da Silva, em março de 1979, pôr em prática o projeto do submarino nuclear brasileiro. Como primeira constatação das dificuldades para viabilizar o projeto, a Marinha do Brasil (MB) chegou a conclusão de que, sem o domínio do ciclo do combustível nuclear, não teria como dar o próximo passo: construir o reator nuclear para propulsão naval.

          Em um périplo de, aproximadamente, 20 anos, a MB dominou o ciclo do combustível nuclear e pôde dar início a construção do reator nuclear que será comportado no submarino.

          As turbinas do futuro submarino nuclear são avaliadas no Laboratório de Testes de Equipamentos de Propulsão, um dos prédios do CEA (Imagem:Tribuna de Santos)



          Equipamentos serão testados antes de serem instalados na embarcação(Imagem:A Tribuna de Santos)


          Pergunta: por que o Brasil assinou um Acordo Militar com a França, em 7 de setembro de 2009, para aquisição de submarinos convencionais e nuclear condicionando a compra à transferência de tecnologia estratégica?

          Com a aquisição dos submarinos da classe Oberon, a MB aprendeu com os ingleses a operar submarinos. Com a aquisição dos submarinos alemãs modelo IKL, a MB aprendeu a construir submarinos. A partir de então, a maior dificuldade da MB em dominar as etapas no desenvolvimento de submarinos passou a ser a de projetá-los.

          Há várias formas de obter tecnologia, seja por desenvolvimento autônomo, importação de cérebros, cooperação tecnológica internacional e transferência de tecnologia.

          O Brasil optou por buscar parcerias tecnológicas que estivessem, naquele momento, construindo submarinos convencionais e nucleares. Seguindo um processo de eliminação, restou como opção a Rússia e a França. Neste processo seletivo, a MB analisou as seguintes considerações: capacidade para desenvolver tecnologia própria, emprego de métodos e processos familiarizados com os empregados no Ocidente e de mais fácil absorção pelos técnicos e engenheiros brasileiros, ter fornecedor e ter comprador de material de defesa e, principalmente, contratualmente, aceitar transferir tecnologia de projeto de submarinos convencionais e nucleares. O fato de a França exporta submarinos convencionais da classe scorpène para o Chile, a Malásia e a Índia e, principalmente, aceitar as condições de transferência de tecnologia exigidas pelo Brasil a tornou parceira ideal para a realização dos objetivos políticos e militares brasileiros. E assim, neste contexto, a França, desde 2010, está ensinando técnicos e engenheiros da MB e de empresas brasileiras partícipes a projetar submarinos.



          Imagem: meretmarine


          Engenheiros da MB realizando exercício prático de projeto de submarino (Imagem: Marinha do Brasil)



          Em 16 de setembro de 2010, na cidade francesa de Lorient, a estatal DCNS inaugurou a Escola de Projeto de Submarinos, construída, especialmente, para cooperar com a MB na absorção de conhecimento científico e tecnológico de projeto de submarinos. Nesta Escola, já estão sendo formados grupos de engenheiros da MB e de empresas brasileiras envolvidas que, retornando ao Brasil, serão responsáveis pela disseminação do conhecimento científico e tecnológico absorvido. Importante ressaltar o valor desta absorção e disseminação do conhecimento na formação de uma comunidade científica altamente qualificada e coesa. A título de comparação e exemplificação, graças a uma comunidade científica semelhante, formada pela MB, no Centro Experimental Aramar, ao longo da década de 1980, que, na década seguinte, ao ser transferida a equipe e o conhecimento lá desenvolvidos, as Indústrias Nucleares do Brasil (INB) puderam absorver este conhecimento e desenvolver e produzir combustível nuclear para os reatores nucleares brasileiros.

          O primeiro submarino convencional da classe scorpène já está sendo construído nas instalações da DCNS, em Cherbourg, na França. A expectativa é que, este primeiro submarino tenha sua construção concluída no estaleiro de submarinos, em Itaguaí, município do Rio de Janeiro, o qual também ainda está sendo construído por meio de um consórcio entre a DCNS e a empresa privada brasileira Odebrecht.

          O PROSUB é constituído por quatro submarinos convencionais e um nuclear. A principal missão da DCNS é auxilia a MB a projetar o casco resistente do futuro submarino de propulsão nuclear brasileiro, o qual será construído no futuro estaleiro de submarinos, em Itaguaí. Embora a MB esteja, tecnicamente, satisfeita com os seus submarinos modelo IKL, esta força cedeu preferência no fechamento dos contratos com os franceses em função do casco hidrodinâmico do projeto francês derivar do submarino nuclear classe Rubis. Assim, além do modelo do casco do submarino convencional francês se destacar pela relativa facilidade de transição para o nuclear, todos os submarinos da classe Rubis em operação da Marinha francesa empregam tecnologias que são utilizadas nos submarinos nucleares franceses, como o sistema de combate SUBTICS, sensores, armamentos, sistema de controle da plataforma etc, os quais também terão seus conhecimentos absorvidos pelos cientistas, técnicos e engenheiros brasileiros.

          Como mencionado, exceto, o primeiro, os demais submarinos serão construídos no Brasil. A expectativa é que o índice de nacionalização seja elevado. O Ministério da Defesa (MD) abriu concorrência para que empresas nacionais se candidatassem nos itens a ser nacionalizados. Coube à DCNS avaliar e selecionar as empresas que se candidataram e à MB coube acompanhar e supervisionar todo este processo de seleção.

          Se por um lado 2009 foi um ano generoso para o setor naval do Programa Nuclear Brasileiro (PNB), para o setor de saúde que também se beneficia deste Programa não foi. Por acomodação e falta de visão estratégica, o Governo brasileiro sentiu o impacto e as consequências que a dependência e o cerceamento tecnológico nuclear geraram para a sociedade e para os cofres públicos. Neste ano, a empresa canadense MDS Nordion que fornecia tecnécio para os institutos de pesquisas da CNEN, sem aviso prévio e alegando problemas no reator, cortou o suprimento deste radiofármacos. Semanalmente, o IPEN fornece geradores de tecnécio para aproximadamente 300 clínicas e hospitais em todo o Brasil. Além dos poucos países que fornecem este radiofármaco não atender a demanda internacional, o seu preço aumentou em 200%. Como solução paliativa, o Ministério da Saúde resolveu importar o tecnécio da Argentina, da África do Sul e de Israel. Como solução definitiva, o Ministério da Saúde decidiu envolver o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e, em comum acordo, com a Argentina, puseram em prática o plano de construir um reator de pesquisa chamado de multipropósito (RMB), um para cada país.

          O arraste tecnológico advindo desta construção, além de beneficiar a medicina nuclear, beneficiará outros setores, como o de engenharia de alimentos, o de energia, a indústria e o setor naval. Sua implantação permitirá agregar pesquisadores de diversas áreas, possibilitando a criação de um núcleo de conhecimento capacitado, integrado e coeso. Foi visando estes benefícios que a MB cedeu parte de seu terreno, ao lado do Centro Experimental Aramar, em Iperó, interior do estado de São Paulo, para que o MCT construísse o RMB. Este reator, além de realizar testes de irradiação de materiais e combustíveis nucleares, tem um caráter estratégico, pois, contribuirá na produção de tecnécio-99, radiofármaco gerado por aceleradores de partículas feitos de molibdênio, metal raro, ultra resistente, que suporta temperaturas elevadas e resiste à corrosão. Como as reservas oficiais de molibdênio são insignificantes, o Brasil é extremamente dependente da importação de produtos gerados a partir deste metal para o suprimento de suas necessidades. Dados de 2007, do Departamento Nacional de Produção Mineral acusaram que as importações brasileiras de molibdênio totalizaram cerca de 10.415 toneladas, o que significou um gasto de US$ 301,64 milhões. Só a China possui três das seis maiores minas de molibdênio do mundo e os EUA detêm as outras três das seis maiores minas em operação. A produção de molibdênio na América Latina se concentra nas minas chilenas e algumas poucas peruanas.

          O RMB garantirá a autossuficiência e a independência tecnológica na produção do molibdênio. Além destas questões, há intrinsecamente neste processo uma questão de soberania nacional, a medida que o casco resistente dos submarinos, em especial, os de origem ocidental, são constituídos por uma liga metálica composta por níquel, cobre e molibdênio (HY-80). O casco resistente dos modelos alemãs são mais resistentes do que os dos franceses, a medida que os primeiros são constituídos pela liga metálica HY-100. Isso permite que os submarinos convencionais e nucleares possam mergulhar ainda mais fundo, cumprindo a finalidade de não serem detectados por forças hostis sem comprometer o casco resistente.

          Há países, como o Japão, que restringem severamente a exportação de aços que possam ser aplicados com fins militares. Um boicote conjunto de fornecedores internacionais de aços estratégicos significaria o estrangulamento de qualquer programa militar que dependesse da importação destas ligas metálicas. Alguns especialistas afirmam que o Brasil, nas décadas de 1980 e 1990, só assinou os contratos para a aquisição de submarinos modelo IKL mediante o comprometimento alemão em fornecer o molibdênio para a construção dos cascos resistentes dos 4 submarinos convencionais que foram construídos em território brasileiro. Se esta afirmação é verdadeira ou não, o fato é que, a MB se beneficiará demasiadamente com a construção do RMB. Independente de haver o comprometimento da França, neste novo Acordo Militar, o fato é que, ao transferir a tecnologia de projeto, os cientistas, técnicos e engenheiros brasileiros adaptarão os conhecimentos absorvidos na Escola de Projeto, na França, nos submarinos que serão construídos em território nacional. Isso permitirá, inclusive, que os brasileiros possam escolher as ligas metálicas que melhor atendam aos interesses estratégicos da empreitada, a medida que já existem submarinos utilizando novos tipos de ligas metálicas, com menores custos e com soldabilidade muito superior que os da série HY, permitindo assim, uma redução de até 50% nos custos totais de construção das embarcações navais. As ligas metálicas oriundas da família HSLA-80 são exemplo disso. Nos EUA, por exemplo, já se utiliza este tipo de liga metálica na construção de algumas classes de submarinos.

          Percebe-se assim que, não foi a toa que a MB cedeu seu terreno, ao lado de Aramar para que o MCT construísse o RMB, garantindo benefícios científicos e tecnológicos na irradiação de material e combustível nuclear para o reator de propulsão naval e burlando o cerco tecnológico dos países que mantém a estrutura realista do sistema internacional.

          A conclusão que se pode chegar com este texto é que, graças a sua participação no RMB, a MB tornará possível o sonho de projetar, construir e operar o submarino nuclear brasileiro, reduzirá as vulnerabilidades científicas e tecnológicas, contribuirá com a consolidação das políticas de cooperação e integração na América do Sul e fortalecerá a soberania do Estado nas águas jurisdicionais brasileiras.


          DefesaNet - Prosub - A DEFESA EM DEBATE - Projeto do Submarino Nuclear Brasileiro: ciência, tecnologia, cerceamento e soberania nacional

          Editado por última vez por DeBoer; https://www.aviacionargentina.net/foros/member/3813-deboer en 07/07/12, 15:07:35.

          Comentario


          • Re: Marinha do Brasil

            Italia dispuesta a desarrollar navíos de guerra con Brasil




            El ministro italiano de Defensa tiene interés en el programa de la Marina de Guerra de Brasil para renovar parte de su flota

            BRASILIA.- Italia está dispuesta a colaborar con Brasil en el desarrollo de navíos de guerra, anunció hoy el ministro italiano de Defensa, Giampaolo Di Paola, en un encuentro en Brasilia con su similar brasileño, Celso Amorim, según fuentes oficiales.

            Di Paola admitió interés de las empresas italianas en el programa de la Marina de Guerra de Brasil para renovar parte de su flota, pero aclaró que el objetivo no es vender las embarcaciones sino ayudarle a Brasil a construirlas.

            Italia quiere "trabajar en conjunto con Brasil" para desarrollar los navíos, afirmó el ministro italiano citado en un comunicado del Ministerio de Defensa de Brasil.

            (...) Italia dispuesta a desarrollar navíos de guerra con Brasil - Vanguardia

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            • Re: Marinha do Brasil

              Soy contrario la compra de buques italianos, Há alguns anos atrás Italia, hablou que non queria mas ser fornecedor devido a asuntos políticos del Brasil que no eram de acuerdo com los interesses italianos, ahora itálianos estan falidos, " Como buena parte de la europa" e ofereceram de nuevo la ofuerta para que su país ganhe alguno folego, para combatir la crise mundíal. En mi opinion, Brasil não cerrara negocio com los italianos.

              Deboer, Ótimo articulo, tenho orgulho de mi Brasil e das fuerzas armadas Brasileiras.

              Comentario


              • Re: Marinha do Brasil

                hermoso barco !!!!! , felicitaciones a nuestros hermanos Brasileros..

                Comentario


                • Re: Marinha do Brasil

                  Brasil vuelve a producir motores navales



                  Defensa.com - Martes 10 de Julio de 2012
                  Con la visita a Río de Janeiro del Presidente de Daihatsu, Yoshiro Furukawa, tras más de un cuarto de siglo, Brasil vuelve a ensamblar motores navales de medio y gran porte, para su uso en buques y plataformas. Con la decadencia de la industria naval local, pasada la mitad de la década del 80, casi todas las firmas que los producían dejaron de hacerlo por falta de una escala de fabricación que lo hiciera atractivo. Así, MAN, Sulzer, Wartsila, Pielstick y la propia Daihatsu dejaron de abastecer el mercado local con productos vernáculos ,y, a importarlos de sus respectivas matrices.

                  La Daihatsu es actualmente, la primera en retornar a la plaza brasileña, licenciándose al consorcio nacional Alfa Diesel Industria e Comercio de Motores Ltda., la respectiva produción, temporalmente bajo la supervisión de técnicos de la casa matriz, hasta que los brasileños hayan sido debidamente entrenados y obtenido un nivel de productividad plenamente competitivo.

                  Se tratará de la mayor y casi única fábrica de motores marítimos de estas características en Sudamérica, y montará unidades estacionarias, de generación de energía y motores para propulsión de buques de grandes dimensiones, civiles y militares. (Javier Bonilla)

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                  • Re: Marinha do Brasil

                    Alguém tem notícias atualizadas do programa prosuper, eu li recentemente no poder naval, que a decisão seria até o mês de dezembro deste ano, alguém confirma isso? Todos os concorrentes continuam na disputa?

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                    • Começa a TROPICALEX 2012 23 de julho de 2012

                      por Nicholle Murmel

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                      Começa hoje (23/07) e vai até o dia 4 de agosto, no mar entre Salvador e o Rio de Janeiro, a operação TROPICALEX 2012 da Marinha do Brasil. Serão executados exercícios antissubmarino e de apoio logístico móvel, assim como ações de superfície, manobras aéreas e com submarinos, e ações de guerra eletrônica. Também serão conduzidas patrulhas na região da base petrolífera de Campos (RJ).

                      A TROPICALEX 2012 contará com:

                      17 mil militares
                      As fragatas Niterói, Independência, Greenhalgh e Bosísio
                      O navio-tanque Almirante Gastão Moreira
                      As corvetas Barroso e Caboclo
                      Três helicópteros Super Lynx (AH-11A), dois Esquilo (UH12) e um Super Puma (UH-14).
                      O submarino Tamoio
                      O rebocador Almirante Guillobel
                      Os navios de patrulha Guarujá e Gravataí
                      Os navios de varredura Albardão e Anhatomirim
                      Lanchas da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro
                      Dois aviões AF-1 Skyhawk e um P-3AM da Força Aérea.
                      Manobras navais e a Amazônia Azul

                      Outra finalidade da TROPICALEX é garantir a presença das forças navais. O Brasil tem um litoral de cerca de oito mil quilômetros e uma zona econômica exclusiva de aproximadamente 3,6 milhões de quilômetros quadrados. A chamada “Amazônia Azul” poderá chegar em breve aos 4,5 milhões de km², quando a proposta de extensão da plataforma continental feita pelo Brasil for reconhecida integralmente pela Comissão de Limites da Plataforma Continental (CLPC), órgão da Convenção das Nações Unidas para o Direito do Mar.

                      O Brasil tem interesses importantes no mar territorial – cerca de 95% do comércio exterior, que movimenta mais de 40 portos brasileiros, passa pela Amazônia Azul – além da exploração de petróleo e gás, pesca e o patrimônio de biodiversidade marinha.

                      A Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar reconhece a exclusividade brasileira na área. A Estratégia Nacional de Defesa (END), lançada em 2008 pelo governo federal, prevê a construção de submarinos e a modernização da frota de superfície para a proteção efetiva das águas.

                      TEXTO: Poder Naval
                      INFORMAÇÕES: Jornal da Mídia e PAN Notícias (Bahia)

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                      • Re: Marinha do Brasil

                        La Marina de Brasil recibe el primer Aviso Hidroceanográfico de la clase "Río Tocantins"



                        Defensa.com - Viernes 27 de Julio de 2012
                        En una ceremonia presidida por el Jefe de Estado Mayor de la Armada, Almirante de la Flota-Eduardo Wiemer Fernando Studart, en la Base Naval de Val-de-Caes en Belém (PA), se producirá el Bautismo Transferencia y Muestra de Armamentos del Aviso Hidroceanográfico Fluvial (AvHoFlu) "Río Tocantins". Es el primero en una clase de cuatro buques que se están construyendo tras un estudio de viabilidad previo del Centro para el Diseño de Buques, que dieron lugar a la especificación de adquisición, de acuerdo con el diseño técnico y el rendimiento elaborado por la Oficina de Ingeniería Naval, con las siguientes características:

                        - Longitud total 25 m
                        - 24 m Eslora entre perpendiculares
                        - Manga de 6,5 m
                        - Desplazamiento liviano: 110 t
                        - Cargado, Desplazamiento de 140 t
                        - Calado ligero de 0,91 m
                        - 1,4 m de calado total
                        - Velocidad máxima 10 nudos
                        - Tripulación: 2 oficiales y 8 marineros.
                        - Las revistas más importantes (en relación con la orden de la actividad):

                        • Laboratorio Seco (20m2) y

                        • Unidad de Material Hidrográfico

                        Los buques de esta clase llevarán el nombre de importantes ríos de Brasil,especialmente el Río Tocantins, segundo río más largo exclusivamente brasileño (después del Sao Francisco), que se proyecta como una vía importante para la comercialización de la producción agrícola y mineral, entre el centro del país y la Amazonia, adonde desemboca.Existe, con los AvHoFlu, la intención de llevar a cabo relevamientos hidrológicos en aguas continentales de la cuenca del Amazonas, bajo la responsabilidad de la Dirección de Hidrografía y Navegación (DHN), con el objeto de continua actualización de la cartografía náutica de las principales vías fluviales de la región, que es de suma importancia en el el conocimiento preciso y oportuno de los canales de navegación de los ríos amazónicos, lo que permitirá mejorar la seguridad en su explotación.

                        Inace ganó la licitación para la construcción de los buques de la serie "Río Tocantins".
                        Los AvHoFlu -cuatro- serán entregados a finales de 2012, y su construcción se inserta en el Proyecto de Cartografía del Amazonas, suproyecto Cartografía Náutica, acordado junto al Ejército, Fuerza Aérea y el Servicio Geológico de Brasil, siendo coordinado por el Centro de Operaciones y Sistemas de Gestión Protección de la Amazonía - CENSIPAM- dependiente del Ministerio de Defensa y responsable de la transferencia de recursos financieros. (Javier Bonilla)

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                        • Re: Marinha do Brasil

                          Marina de Brasil recibe nuevas aeronaves



                          Llegaron, hoy, día 30 de julio, al Aeropuerto Internacional de Cabo Frío, los dos primeros Helicópteros MH-16 “Seahawk” de la Marina de Brasil (MB).Los helicópteros vinieron desmontados, transportados por aeronave de la Fuerza Aérea Norte Americana (C-17). Después de ser montados, serán conducidos, en vuelo, por pilotos de la empresa Sikorsky Aircraft Corporation, para la Base Aérea Naval de São Pedro de la Aldea, donde permanecerán en pruebas finales de aceptación. La incorporación definitiva a la Fuerza Aeronaval ocurrirá por ocasión del aniversario de la Aviación Naval, en 23 de agosto.

                          Esas aeronaves fueron adquiridas junto a la empresa Sikorsky, de un lote de seis helicópteros, mediante acuerdo celebrado en mayo de 2008 con el Gobierno de Estados Unidos de América, e irán a sustituir los SH-3A/B “Seaking”, que prestaron buenos servicios por más de 40 años.

                          Las nuevas aeronaves MH-16 pertenecerán al Primero Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino y serán empleadas en provecho de las Fuerzas Navales, en la “Amazônia Azul”, con la capacidad de realizar tareas de detección, localización, acompañamiento, identificación y ataque a blancos de superficie y submarinos, además de acciones de búsqueda y salvamento.

                          El MH-16 posee características estructurales y de proyecto que le confieren mayor robustez, resistencia y fiabilidad, tales como: redundancia de los sistemas de control de vuelo y sistemas hidráulicos; y tolerancia balística de las palas del rotor principal para calibres de hasta 20 mm. Sus equipamientos aviônicos y sensores son última generación y pueden ser armados con Metralhadora Lateral, Torpedos Anti-Submarino y Misil Anti-Navío.

                          FUENTE: CCSM

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                          • Re: Marinha do Brasil

                            Mis felicitaciones a nuestros hermanos brasileros por la nueva adquicision ! ahora espero nos quieran vender los SH-3 seaking , y por sierto , es una maquina muy interesante el S-70 Seahawk yanky... saludos

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                            • Re: Marinha do Brasil

                              aviones hermosa, grande, el terror real de los submarinos a los invasores.

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                              • Re: Marinha do Brasil

                                Originalmente publicado por Delta Ver Mensaje
                                Marina de Brasil recibe nuevas aeronaves



                                Llegaron, hoy, día 30 de julio, al Aeropuerto Internacional de Cabo Frío, los dos primeros Helicópteros MH-16 “Seahawk” de la Marina de Brasil (MB).Los helicópteros vinieron desmontados, transportados por aeronave de la Fuerza Aérea Norte Americana (C-17). Después de ser montados, serán conducidos, en vuelo, por pilotos de la empresa Sikorsky Aircraft Corporation, para la Base Aérea Naval de São Pedro de la Aldea, donde permanecerán en pruebas finales de aceptación. La incorporación definitiva a la Fuerza Aeronaval ocurrirá por ocasión del aniversario de la Aviación Naval, en 23 de agosto.

                                Esas aeronaves fueron adquiridas junto a la empresa Sikorsky, de un lote de seis helicópteros, mediante acuerdo celebrado en mayo de 2008 con el Gobierno de Estados Unidos de América, e irán a sustituir los SH-3A/B “Seaking”, que prestaron buenos servicios por más de 40 años.

                                Las nuevas aeronaves MH-16 pertenecerán al Primero Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino y serán empleadas en provecho de las Fuerzas Navales, en la “Amazônia Azul”, con la capacidad de realizar tareas de detección, localización, acompañamiento, identificación y ataque a blancos de superficie y submarinos, además de acciones de búsqueda y salvamento.

                                El MH-16 posee características estructurales y de proyecto que le confieren mayor robustez, resistencia y fiabilidad, tales como: redundancia de los sistemas de control de vuelo y sistemas hidráulicos; y tolerancia balística de las palas del rotor principal para calibres de hasta 20 mm. Sus equipamientos aviônicos y sensores son última generación y pueden ser armados con Metralhadora Lateral, Torpedos Anti-Submarino y Misil Anti-Navío.

                                FUENTE: CCSM
                                Muy Bueno. La version de la Armada es el MH-60R Seahawk

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