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Portaaviones A-12 São Paulo vuelve al MAR

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  • Portaaviones A-12 São Paulo vuelve al MAR

    Porta-aviões ‘São Paulo’ volta ao mar

    O navio-aeródromo São Paulo (A12) suspendeu hoje do AMRJ para testes de mar. Nosso amigo e colaborador Luiz Padilha – Portal Defesa Brasil, fez estas fotos hoje na Baía de Guanabara. O Poder Naval fez um plantão no Leme esperando a saída do navio para fotografá-lo até as 15h, mas ele ainda permanecia no interior da Baía.

    O navio-aeródromo (NAe) São Paulo (ex-PA Foch) operou na Marinha do Brasil, ininterruptamente, de 2001 até 2005, quando ocorreu o rompimento em uma rede de vapor principal, o que determinou a sua parada para a realização de reparos.

    Em função da extensão dos serviços a serem realizados e o tempo necessário à sua consecução, bem como da programação de futuros períodos de manutenção do navio, diversos outros serviços foram oportunamente antecipados, em face da necessidade de sua imobilização. Dessa forma, compatibilizou-se a manutenção corretiva com a preventiva, decorrente do número de horas de funcionamento de determinados equipamentos e sistemas.

    Em outubro de 2007, alguns serviços foram concluídos e o navio iniciou suas provas de mar, quando foi constatada uma avaria no eixo propulsor de boreste, cujo reparo culminou na sua substituição. O período de tempo necessário ao serviço do eixo, cerca de um ano, permitiu a execução de outros serviços de manutenção e a modernização de alguns sistemas componentes da planta propulsora e catapultas. De um modo simplificado, podemos resumir as obras, em cinco grupos, assim discriminados:

    I – Praças de Máquinas – revisão das turbinas de propulsão do eixo de bombordo; reparos de turbo-geradores, que são as principais fontes de energia elétrica; e reparo da maioria das bombas principais do Navio.

    II – Praças de Caldeiras – duas caldeiras foram retubuladas completamente. Para se ter uma idéia, são cerca de 1.500 tubos por caldeira. Uma delas ficou pronta no fim de abril e a outra em julho de 2009.

    III – Catapulta lateral – a catapulta lateral está sofrendo uma revisão geral com a troca de inúmeras peças do seu aparelho de força, aquele que impulsiona a aeronave; reforço em sua estrutura; e verificação de todo circuito vapor. A previsão de término do reparo é para 15 de julho de 2010.

    IV – Condensadores principais – estão sendo realizados serviços de reparo no
    engaxetamento (vedação) dos 19.700 tubos, pertencentes aos dois condensadores principais do Navio. A previsão de término é para julho de 2010.

    V – Outras obras – foram modernizadas as quatro unidades de resfriamento principais, para melhorar o sistema de condicionamento de ar do navio. Foram, também, substituídos três motores de combustão, responsáveis por parte da geração de energia, bem como foram instalados grupos de osmose reversa, responsáveis pela produção de água doce.








    Fonte: Defesa Brasil



    Proximo ejercicio internacional del portaaviones: ARAEX


    Saludos

  • #2
    Respuesta: Portaaviones A-12 São Paulo vuelve al MAR

    Originalmente publicado por Brasil Ver Mensaje
    Porta-aviões ‘São Paulo’ volta ao mar

    O navio-aeródromo São Paulo (A12) suspendeu hoje do AMRJ para testes de mar. Nosso amigo e colaborador Luiz Padilha – Portal Defesa Brasil, fez estas fotos hoje na Baía de Guanabara. O Poder Naval fez um plantão no Leme esperando a saída do navio para fotografá-lo até as 15h, mas ele ainda permanecia no interior da Baía.

    O navio-aeródromo (NAe) São Paulo (ex-PA Foch) operou na Marinha do Brasil, ininterruptamente, de 2001 até 2005, quando ocorreu o rompimento em uma rede de vapor principal, o que determinou a sua parada para a realização de reparos.

    Em função da extensão dos serviços a serem realizados e o tempo necessário à sua consecução, bem como da programação de futuros períodos de manutenção do navio, diversos outros serviços foram oportunamente antecipados, em face da necessidade de sua imobilização. Dessa forma, compatibilizou-se a manutenção corretiva com a preventiva, decorrente do número de horas de funcionamento de determinados equipamentos e sistemas.

    Em outubro de 2007, alguns serviços foram concluídos e o navio iniciou suas provas de mar, quando foi constatada uma avaria no eixo propulsor de boreste, cujo reparo culminou na sua substituição. O período de tempo necessário ao serviço do eixo, cerca de um ano, permitiu a execução de outros serviços de manutenção e a modernização de alguns sistemas componentes da planta propulsora e catapultas. De um modo simplificado, podemos resumir as obras, em cinco grupos, assim discriminados:

    I – Praças de Máquinas – revisão das turbinas de propulsão do eixo de bombordo; reparos de turbo-geradores, que são as principais fontes de energia elétrica; e reparo da maioria das bombas principais do Navio.

    II – Praças de Caldeiras – duas caldeiras foram retubuladas completamente. Para se ter uma idéia, são cerca de 1.500 tubos por caldeira. Uma delas ficou pronta no fim de abril e a outra em julho de 2009.

    III – Catapulta lateral – a catapulta lateral está sofrendo uma revisão geral com a troca de inúmeras peças do seu aparelho de força, aquele que impulsiona a aeronave; reforço em sua estrutura; e verificação de todo circuito vapor. A previsão de término do reparo é para 15 de julho de 2010.

    IV – Condensadores principais – estão sendo realizados serviços de reparo no
    engaxetamento (vedação) dos 19.700 tubos, pertencentes aos dois condensadores principais do Navio. A previsão de término é para julho de 2010.

    V – Outras obras – foram modernizadas as quatro unidades de resfriamento principais, para melhorar o sistema de condicionamento de ar do navio. Foram, também, substituídos três motores de combustão, responsáveis por parte da geração de energia, bem como foram instalados grupos de osmose reversa, responsáveis pela produção de água doce.








    Fonte: Defesa Brasil



    Proximo ejercicio internacional del portaaviones: ARAEX


    Saludos
    Podran ser tan amables de pasarlo al castellano? digo porque no debo ser el unico que no sabe portuguez.

    saludos.
    En Defensa de la Patria Solo Dios Juzgara Nuestras Acciones...

    Comentario


    • #3
      Respuesta: Portaaviones A-12 São Paulo vuelve al MAR

      Originalmente publicado por Sniperwar Ver Mensaje
      Podran ser tan amables de pasarlo al castellano? digo porque no debo ser el unico que no sabe portuguez.

      saludos.

      Portaaviones "Sao Paulo" de vuelta al mar

      El portaaviones Sao Paulo (A12) suspendió hoy del AMRJ para las pruebas. Nuestro amigo y colega Luiz Padilha - Del Portal Defesa Brasil, hizo
      estas fotos hoy en la Bahía de Guanabara.

      El portaaviones (NAE) de Sao Paulo (ex Foch), que estará en la Marina de
      Brasil, opero sin interrupción desde 2001 hasta 2005, cuando la un accidiente
      en una red de vapor principal, que llevó a su amarre para realizacion de reparaciones y modernizaciones.


      En octubre de 2007, algunos servicios se han completado y se puso el buque
      sus pruebas de mar, cuando se detectó una avería en el eje de la hélice
      , que culminó con la sustitución. El período de tiempo
      necesarios para pagar el eje, alrededor de un año, permitió la ejecución de
      otro tipo de mantenimiento y modernización de algunos sistemas
      componentes de la planta propulsora y catapultas. De una manera simplificada, Podemos resumir la obra en cinco grupos, y son discriminadas:

      I - Plazas de máquina - Examen y cambio de eje de la turbina de propulsión , la reparación de turbo-generadores, que son las principales fuentes de electricidad, y la reparación de las bombas principales del buque.

      II - sala de calderas - dos calderas fueron retubuladas por completo. Para se tener una idea, son cerca de 1.500 tubos por caldera. Uno de ellos fue completado a finales de abril y otra en julio
      2009.

      III - Catapulta lado - La catapulta esta sufriendo una Revisión general a través del intercambio de numerosas piezas de su aparato de fuerza, que
      propulsa el avión, el fortalecimiento de su estructura, y la verificación de todos los tubos de vapor del circuito. La reparacion se termino en el dia 15 de julio 2010.

      IV - condensadores principales - se llevan a cabo servicios de reparación en embalaje (sellado) de 19.700 tubos pertenecientes a dos
      condensadores principales del buque. El pronóstico es para finales de julio
      2010.

      V - Otros trabajos - se modernizaron cuatro unidades de refrigeración
      que conduce a mejorar el sistema de aire acondicionado de la nave.
      Se sustituye también tres motores de combustión, que representan
      parte de la generación de energía, y se instalaron sistemas de osmosis
      inversa, responsable de producir agua dulce.



      Ademas de la noticia, toda la pista de decolage fue cambiada.

      Saludos

      Comentario


      • #4
        Respuesta: Portaaviones A-12 São Paulo vuelve al MAR

        Yo lo he visto en vivo, me sorprendio tengo un par de fotos , me imaginaba que los portaaviones eran mas grandes va tal vez al mirarlo de unos 800 mts. Me alegra por los hermanos brasileros.

        saludos

        Comentario


        • #5
          Respuesta: Portaaviones A-12 São Paulo vuelve al MAR

          Originalmente publicado por Brasil Ver Mensaje
          Portaaviones "Sao Paulo" de vuelta al mar

          El portaaviones Sao Paulo (A12) suspendió hoy del AMRJ para las pruebas. Nuestro amigo y colega Luiz Padilha - Del Portal Defesa Brasil, hizo
          estas fotos hoy en la Bahía de Guanabara.

          El portaaviones (NAE) de Sao Paulo (ex Foch), que estará en la Marina de
          Brasil, opero sin interrupción desde 2001 hasta 2005, cuando la un accidiente
          en una red de vapor principal, que llevó a su amarre para realizacion de reparaciones y modernizaciones.


          En octubre de 2007, algunos servicios se han completado y se puso el buque
          sus pruebas de mar, cuando se detectó una avería en el eje de la hélice
          , que culminó con la sustitución. El período de tiempo
          necesarios para pagar el eje, alrededor de un año, permitió la ejecución de
          otro tipo de mantenimiento y modernización de algunos sistemas
          componentes de la planta propulsora y catapultas. De una manera simplificada, Podemos resumir la obra en cinco grupos, y son discriminadas:

          I - Plazas de máquina - Examen y cambio de eje de la turbina de propulsión , la reparación de turbo-generadores, que son las principales fuentes de electricidad, y la reparación de las bombas principales del buque.

          II - sala de calderas - dos calderas fueron retubuladas por completo. Para se tener una idea, son cerca de 1.500 tubos por caldera. Uno de ellos fue completado a finales de abril y otra en julio
          2009.

          III - Catapulta lado - La catapulta esta sufriendo una Revisión general a través del intercambio de numerosas piezas de su aparato de fuerza, que
          propulsa el avión, el fortalecimiento de su estructura, y la verificación de todos los tubos de vapor del circuito. La reparacion se termino en el dia 15 de julio 2010.

          IV - condensadores principales - se llevan a cabo servicios de reparación en embalaje (sellado) de 19.700 tubos pertenecientes a dos
          condensadores principales del buque. El pronóstico es para finales de julio
          2010.

          V - Otros trabajos - se modernizaron cuatro unidades de refrigeración
          que conduce a mejorar el sistema de aire acondicionado de la nave.
          Se sustituye también tres motores de combustión, que representan
          parte de la generación de energía, y se instalaron sistemas de osmosis
          inversa, responsable de producir agua dulce.



          Ademas de la noticia, toda la pista de decolage fue cambiada.

          Saludos
          Gracias amigo, muy amable de su parte.
          En Defensa de la Patria Solo Dios Juzgara Nuestras Acciones...

          Comentario


          • #6
            Respuesta: Portaaviones A-12 São Paulo vuelve al MAR

            Muy bien por nuestros hermanos de Brasil realmente están modernizando sus sistemas de defensa recuperando otros e incorporando nuevos.

            Excelente.
            "El supremo arte de la guerra consiste en doblegar a tu enemigo, sin luchar".

            Sun Tzu

            Comentario


            • #7
              Respuesta: Portaaviones A-12 São Paulo vuelve al MAR

              que envidia!

              Comentario


              • #8
                Respuesta: Portaaviones A-12 São Paulo vuelve al MAR

                hay hay cuando podremos de ver nuevamente a la coan o algunos de sus componentes en uno de estos bellos navios con la bandera celeste y blanca, para eso nesecitamos que los gobernanes se acuerden de la defensa del pais

                Comentario


                • #9
                  Respuesta: Portaaviones A-12 São Paulo vuelve al MAR

                  El A-12 en su salida para testes, con el convvo todo cambiado:

























                  Comentario


                  • #10
                    Respuesta: Portaaviones A-12 São Paulo vuelve al MAR

                    Lindo bicho.cuando dejen de usarlos que se los vendan al ara. O que nos den elminas que tan mal no estaba a pesar de lo viejo.peor es nada.

                    Comentario


                    • #11
                      Respuesta: Portaaviones A-12 São Paulo vuelve al MAR

                      el minas es hojitas de afeitar che, tas atrazado conn la noticia , la armada brasilera se lo oferto a la ara pero esta lo rechazo, supongo q ya no valia la pena o era muy costozo mantenerlo, era gemelo al 25 de mayo . hay fotos de su desguase en la india

                      Comentario


                      • #12
                        Respuesta: Portaaviones A-12 São Paulo vuelve al MAR

                        Minas gerais= hojitas de afeitar....al igual que su gemelo el 25 de mayo....habia escuchado que era museo en brasil y lo de la oferta al ara tambien lo escuche,pero que era hojitas de afeitar busque en la web y no salia en ningun lado.....por eso preguntonta pregunte para saber. Agradecido por la respuesta....triste final si lo desguazaron.estaba bien mantenido el bicho.

                        Comentario


                        • #13
                          Respuesta: Portaaviones A-12 São Paulo vuelve al MAR

                          Se vendió el portaaviones
                          La firma Argocean compró el 25 de Mayo, que irá a la India
                          Noticias de Política: anterior | siguiente Sábado 8 de agosto de 1998 | Publicado en edición impresa
                          ImprimirEnviar por e-mailCambiar tamañoPublicarVotar (0)Ya votaste (0)Compartir Menéame Digg Del.icio.us Facebook Twitter My Space Sonico Linkedin Link permanente
                          La Armada notificó ayer a la firma Argocean S.A. la adjudicación de la licitación de desguace del portaaviones 25 de Mayo, por el que se ofertaron 321.000 pesos.

                          En aproximadamente 45 días, la que fue la nave insignia de la Flota de Mar estará en condiciones de ser remolcada desde la Base Naval de Puerto Belgrano hasta su destino final, muy probablemente la costa oeste de la India.

                          Se concluyó así con un proceso iniciado el 23 de abril de 1997, cuando el presidente Carlos Menem firmó el decreto 360, por el que la nave fue declarada en desuso, se la radió del servicio y se autorizó su venta, previo retiro de todos los elementos y materiales que pudieran ser de utilidad para la actividad naval.

                          El pliego de condiciones para la venta de la embarcación establece en su artículo 15º que "la unidad se vende como material en desuso y sin matrícula. El adjudicatario se compromete a utilizar la unidad exclusivamente para su desguase, asumiendo la responsabilidad absoluta de los daños y perjuicios que se derivaren por su afectación, dentro o fuera del territorio nacional, a cualquier otro destino que no fuere su uso o comercialización como chatarra".

                          Fue la cuarta licitación que se realizó porque las tres anteriores fueron declaradas desiertas ya que no hubo interesados en la compra del portaaviones. Por ese motivo, también fue cayendo su valor: pasó de sus iniciales 1.200.000 pesos a sus definitivos 321.000 pesos, que deberán ser abonados en efectivo.

                          La firma Argocean, representante en la Argentina de la empresa Metalic Management Limited, con sede en Tortola, Islas Vírgenes Británicas, hace 15 años que opera en el mercado marítimo y tiene experiencia en el traslado de grandes portes, como el del buque tanque Ingeniero Huergo. En la licitación compitió con Servicios Portuarios SA, que ofertó 300.000 pesos.

                          De las 19.896 toneladas de sus mejores días -incluido el combustible para operar, o como dicen en lenguaje naval "listo para el combate"-, se estima que aún flotan 10 mil toneladas.

                          La Armada no precisó concretamente el peso de lo que queda del buque. Se trata de un cálculo estimativo, teniendo en cuenta que buena parte de su equipamiento fue retirado hace tiempo para otros fines.

                          Los sistemas de catapultaje y de frenado así como otros elementos útiles fueron parte de un intercambio con la marina de guerra del Brasil -propietaria del único portaaviones que opera en América latina, el Mina Gerais, que era mellizo del 25 de Mayo- por instrucción y otros beneficios.

                          Como anécdota, vale señalar que hasta la "freidora" tuvo nuevo destino, porque estaba en condiciones de seguir prestando servicios: la Escuela Naval.

                          Mercado deprimido
                          El mercado de la "chatarra" se encuentra en baja. Hoy, especialistas en la cuestión, señalan que una tonelada de acero de barco puede valer 60 dólares, mientras que la misma cantidad de material ferroviario puede trepar a los 130 dólares.La India se presenta, en este rubro, como el mejor pagador, ya que suele cotizar hasta 190 dólares los mil kilogramos.

                          Se comenta que los barcos que van a desguase en esas tierras son encallados en las playas y que los obreros "chatarreros" se encargan de desarmar las naves. Usualmente, se pierde el fondo porque queda enterrado.

                          La "chatarra" naval ha perdido valor debido a la gran oferta rusa, recientemente se han desprendido de buques, vehículos antiguos, desusados rieles ferroviarios y a la cercanía de la mercadería con el lugar de desguase. El costo del flete suele ser muy alto, a veces del mismo valor que el metal.

                          Se estima que el portaaviones demandará unos 80 días de navegación (a una velocidad de cuatro nudos, porque ya no tiene capacidad de propulsión, sólo puede flotar), cuyo costo superaría el millón de dólares.

                          Será remolcado por un buque y, de ser necesario, otro lo asistiría a la altura del Cabo de Buena Esperanza (Sudáfrica), en su lenta travesía hacia el desguase en la India.

                          Otros interesados
                          La Armada negó anoche haber sido notificada sobre un recurso de amparo y una medida de no innovar solicitados por la firma U&U ante el Juzgado de Instrucción en lo Contencioso Administrativo N¡ 7, anteayer, que buscaría frenar la venta, en un intento por modificar el decreto presidencial para reconvertir el portaaviones en un centro cultural.

                          Lionel De la Serna, socio de la firma junto con Enrique Gallardo y Enrique Sbok, informó a La Nación que el 26 de junio último se entregó en mesa de entradas de la Presidencia de la Nación una carpeta con el proyecto titulado "Reconversión del portaaviones 25 de Mayo como centro de generación y difusión educativa-cultural para la Argentina y el mundo", para lo cual debería modificarse el decreto que avala el proceso de desguase de la embarcación.

                          La empresa tuvo contactos con asesores de la Secretaría de Turismo, quienes sólo se manifestaron interesados en la propuesta global, según se explicó. "Nuestros sponsors integrarían el monto" necesario para llevar adelante la iniciativa, dijo De la Serna, pero no identificó a las personas o empresas que pondrían el dinero así como tampoco la cifra.

                          María Elena Polack


                          fuente:la nacion 8 de agosto de 1998.

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                          Comentario


                          • #14
                            Respuesta: Portaaviones A-12 São Paulo vuelve al MAR

                            Se vendió el portaaviones
                            La firma Argocean compró el 25 de Mayo, que irá a la India
                            Noticias de Política: anterior | siguiente Sábado 8 de agosto de 1998 | Publicado en edición impresa
                            ImprimirEnviar por e-mailCambiar tamañoPublicarVotar (0)Ya votaste (0)Compartir Menéame Digg Del.icio.us Facebook Twitter My Space Sonico Linkedin Li
                            La Armada notificó ayer a la firma Argocean S.A. la adjudicación de la licitación de desguace del portaaviones 25 de Mayo, por el que se ofertaron 321.000 pesos.

                            En aproximadamente 45 días, la que fue la nave insignia de la Flota de Mar estará en condiciones de ser remolcada desde la Base Naval de Puerto Belgrano hasta su destino final, muy probablemente la costa oeste de la India.

                            Se concluyó así con un proceso iniciado el 23 de abril de 1997, cuando el presidente Carlos Menem firmó el decreto 360, por el que la nave fue declarada en desuso, se la radió del servicio y se autorizó su venta, previo retiro de todos los elementos y materiales que pudieran ser de utilidad para la actividad naval.

                            El pliego de condiciones para la venta de la embarcación establece en su artículo 15º que "la unidad se vende como material en desuso y sin matrícula. El adjudicatario se compromete a utilizar la unidad exclusivamente para su desguase, asumiendo la responsabilidad absoluta de los daños y perjuicios que se derivaren por su afectación, dentro o fuera del territorio nacional, a cualquier otro destino que no fuere su uso o comercialización como chatarra".

                            Fue la cuarta licitación que se realizó porque las tres anteriores fueron declaradas desiertas ya que no hubo interesados en la compra del portaaviones. Por ese motivo, también fue cayendo su valor: pasó de sus iniciales 1.200.000 pesos a sus definitivos 321.000 pesos, que deberán ser abonados en efectivo.

                            La firma Argocean, representante en la Argentina de la empresa Metalic Management Limited, con sede en Tortola, Islas Vírgenes Británicas, hace 15 años que opera en el mercado marítimo y tiene experiencia en el traslado de grandes portes, como el del buque tanque Ingeniero Huergo. En la licitación compitió con Servicios Portuarios SA, que ofertó 300.000 pesos.

                            De las 19.896 toneladas de sus mejores días -incluido el combustible para operar, o como dicen en lenguaje naval "listo para el combate"-, se estima que aún flotan 10 mil toneladas.

                            La Armada no precisó concretamente el peso de lo que queda del buque. Se trata de un cálculo estimativo, teniendo en cuenta que buena parte de su equipamiento fue retirado hace tiempo para otros fines.

                            Los sistemas de catapultaje y de frenado así como otros elementos útiles fueron parte de un intercambio con la marina de guerra del Brasil -propietaria del único portaaviones que opera en América latina, el Mina Gerais, que era mellizo del 25 de Mayo- por instrucción y otros beneficios.

                            Como anécdota, vale señalar que hasta la "freidora" tuvo nuevo destino, porque estaba en condiciones de seguir prestando servicios: la Escuela Naval.

                            Mercado deprimido
                            El mercado de la "chatarra" se encuentra en baja. Hoy, especialistas en la cuestión, señalan que una tonelada de acero de barco puede valer 60 dólares, mientras que la misma cantidad de material ferroviario puede trepar a los 130 dólares.La India se presenta, en este rubro, como el mejor pagador, ya que suele cotizar hasta 190 dólares los mil kilogramos.

                            Se comenta que los barcos que van a desguase en esas tierras son encallados en las playas y que los obreros "chatarreros" se encargan de desarmar las naves. Usualmente, se pierde el fondo porque queda enterrado.

                            La "chatarra" naval ha perdido valor debido a la gran oferta rusa, recientemente se han desprendido de buques, vehículos antiguos, desusados rieles ferroviarios y a la cercanía de la mercadería con el lugar de desguase. El costo del flete suele ser muy alto, a veces del mismo valor que el metal.

                            Se estima que el portaaviones demandará unos 80 días de navegación (a una velocidad de cuatro nudos, porque ya no tiene capacidad de propulsión, sólo puede flotar), cuyo costo superaría el millón de dólares.

                            Será remolcado por un buque y, de ser necesario, otro lo asistiría a la altura del Cabo de Buena Esperanza (Sudáfrica), en su lenta travesía hacia el desguase en la India.

                            Otros interesados
                            La Armada negó anoche haber sido notificada sobre un recurso de amparo y una medida de no innovar solicitados por la firma U&U ante el Juzgado de Instrucción en lo Contencioso Administrativo N¡ 7, anteayer, que buscaría frenar la venta, en un intento por modificar el decreto presidencial para reconvertir el portaaviones en un centro cultural.

                            Lionel De la Serna, socio de la firma junto con Enrique Gallardo y Enrique Sbok, informó a La Nación que el 26 de junio último se entregó en mesa de entradas de la Presidencia de la Nación una carpeta con el proyecto titulado "Reconversión del portaaviones 25 de Mayo como centro de generación y difusión educativa-cultural para la Argentina y el mundo", para lo cual debería modificarse el decreto que avala el proceso de desguase de la embarcación.

                            La empresa tuvo contactos con asesores de la Secretaría de Turismo, quienes sólo se manifestaron interesados en la propuesta global, según se explicó. "Nuestros sponsors integrarían el monto" necesario para llevar adelante la iniciativa, dijo De la Serna, pero no identificó a las personas o empresas que pondrían el dinero así como tampoco la cifra.

                            María Elena Polack


                            fuente:la nacion 8 de agosto de 1998.

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                            Comentario


                            • #15
                              Respuesta: Portaaviones A-12 São Paulo vuelve al MAR

                              MINAS GERAIS= HOJITAS DE AFEITAR....AL IGUAL QUE SU GEMELO EL 25 DE MAYO....HABIA ESCUCHADO QUE ERA MUSEO EN BRASIL Y LO DE LA OFERTA AL ARA TAMBIEN LO ESCUCHE,PERO QUE ERA HOJITAS DE AFEITAR BUSQUE EN LA WEB Y NO SALIA EN NINGUN LADO.....POR ESO PREGUNTONTA PREGUNTE PARA SABER. AGRADECIDO POR LA RESPUESTA....TRISTE FINAL SI LO DESGUAZARON.ESTABA BIEN MANTENIDO EL BICHO.
                              aca dejo una Se vendió el portaaviones
                              La firma Argocean compró el 25 de Mayo, que irá a la India
                              Noticias de Política: anterior | siguiente Sábado 8 de agosto de 1998 | Publicado en edición impresa
                              ImprimirEnviar por e-mailCambiar tamañoPublicarVotar (0)Ya votaste (0)Compartir Menéame Digg Del.icio.us Facebook Twitter My Space Sonico Linkedin Link permanente
                              La Armada notificó ayer a la firma Argocean S.A. la adjudicación de la licitación de desguace del portaaviones 25 de Mayo, por el que se ofertaron 321.000 pesos.

                              En aproximadamente 45 días, la que fue la nave insignia de la Flota de Mar estará en condiciones de ser remolcada desde la Base Naval de Puerto Belgrano hasta su destino final, muy probablemente la costa oeste de la India.

                              Se concluyó así con un proceso iniciado el 23 de abril de 1997, cuando el presidente Carlos Menem firmó el decreto 360, por el que la nave fue declarada en desuso, se la radió del servicio y se autorizó su venta, previo retiro de todos los elementos y materiales que pudieran ser de utilidad para la actividad naval.

                              El pliego de condiciones para la venta de la embarcación establece en su artículo 15º que "la unidad se vende como material en desuso y sin matrícula. El adjudicatario se compromete a utilizar la unidad exclusivamente para su desguase, asumiendo la responsabilidad absoluta de los daños y perjuicios que se derivaren por su afectación, dentro o fuera del territorio nacional, a cualquier otro destino que no fuere su uso o comercialización como chatarra".

                              Fue la cuarta licitación que se realizó porque las tres anteriores fueron declaradas desiertas ya que no hubo interesados en la compra del portaaviones. Por ese motivo, también fue cayendo su valor: pasó de sus iniciales 1.200.000 pesos a sus definitivos 321.000 pesos, que deberán ser abonados en efectivo.

                              La firma Argocean, representante en la Argentina de la empresa Metalic Management Limited, con sede en Tortola, Islas Vírgenes Británicas, hace 15 años que opera en el mercado marítimo y tiene experiencia en el traslado de grandes portes, como el del buque tanque Ingeniero Huergo. En la licitación compitió con Servicios Portuarios SA, que ofertó 300.000 pesos.

                              De las 19.896 toneladas de sus mejores días -incluido el combustible para operar, o como dicen en lenguaje naval "listo para el combate"-, se estima que aún flotan 10 mil toneladas.

                              La Armada no precisó concretamente el peso de lo que queda del buque. Se trata de un cálculo estimativo, teniendo en cuenta que buena parte de su equipamiento fue retirado hace tiempo para otros fines.

                              Los sistemas de catapultaje y de frenado así como otros elementos útiles fueron parte de un intercambio con la marina de guerra del Brasil -propietaria del único portaaviones que opera en América latina, el Mina Gerais, que era mellizo del 25 de Mayo- por instrucción y otros beneficios.

                              Como anécdota, vale señalar que hasta la "freidora" tuvo nuevo destino, porque estaba en condiciones de seguir prestando servicios: la Escuela Naval.

                              Mercado deprimido
                              El mercado de la "chatarra" se encuentra en baja. Hoy, especialistas en la cuestión, señalan que una tonelada de acero de barco puede valer 60 dólares, mientras que la misma cantidad de material ferroviario puede trepar a los 130 dólares.La India se presenta, en este rubro, como el mejor pagador, ya que suele cotizar hasta 190 dólares los mil kilogramos.

                              Se comenta que los barcos que van a desguase en esas tierras son encallados en las playas y que los obreros "chatarreros" se encargan de desarmar las naves. Usualmente, se pierde el fondo porque queda enterrado.

                              La "chatarra" naval ha perdido valor debido a la gran oferta rusa, recientemente se han desprendido de buques, vehículos antiguos, desusados rieles ferroviarios y a la cercanía de la mercadería con el lugar de desguase. El costo del flete suele ser muy alto, a veces del mismo valor que el metal.

                              Se estima que el portaaviones demandará unos 80 días de navegación (a una velocidad de cuatro nudos, porque ya no tiene capacidad de propulsión, sólo puede flotar), cuyo costo superaría el millón de dólares.

                              Será remolcado por un buque y, de ser necesario, otro lo asistiría a la altura del Cabo de Buena Esperanza (Sudáfrica), en su lenta travesía hacia el desguase en la India.

                              Otros interesados
                              La Armada negó anoche haber sido notificada sobre un recurso de amparo y una medida de no innovar solicitados por la firma U&U ante el Juzgado de Instrucción en lo Contencioso Administrativo N¡ 7, anteayer, que buscaría frenar la venta, en un intento por modificar el decreto presidencial para reconvertir el portaaviones en un centro cultural.

                              Lionel De la Serna, socio de la firma junto con Enrique Gallardo y Enrique Sbok, informó a La Nación que el 26 de junio último se entregó en mesa de entradas de la Presidencia de la Nación una carpeta con el proyecto titulado "Reconversión del portaaviones 25 de Mayo como centro de generación y difusión educativa-cultural para la Argentina y el mundo", para lo cual debería modificarse el decreto que avala el proceso de desguase de la embarcación.

                              La empresa tuvo contactos con asesores de la Secretaría de Turismo, quienes sólo se manifestaron interesados en la propuesta global, según se explicó. "Nuestros sponsors integrarían el monto" necesario para llevar adelante la iniciativa, dijo De la Serna, pero no identificó a las personas o empresas que pondrían el dinero así como tampoco la cifra.

                              María Elena Polack




                              por 300.000 pesos fue vendido. que vende patriassssss
                              Editado por última vez por CHESUDAKA; https://www.aviacionargentina.net/foros/member/1730-chesudaka en 20/08/10, 10:47:38. Razón: lo postie tres veces.persdon

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