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Divulgado el diseño de las nuevas corbetas derivadas de la Barroso

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  • Divulgado el diseño de las nuevas corbetas derivadas de la Barroso

    Apenas duas semanas após o lançamento pelo Centro de Projetos de Navios da Marinha do Brasil da concorrência para a indústria naval desenhar em detalhes (o chamado “Projeto Preliminar e de Contrato”) a nova corveta brasileira, ALIDE apresenta com exclusividade pela primeira vez os detalhes e as imagens que a guiará neste trabalho.

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    É uma corrida contra o tempo, o início da construção da primeira das quatro corvetas derivadas do projeto da Barroso (V34) já está marcado pelo Planalto para ocorrer em dezembro de 2014 e, até lá, muita coisa terá que ser ainda definida e detalhada neste projeto. Para os políticos de Brasília, mais do que um meio militar, este programa é a coroação do esforço nacional para um desenvolvimento autóctone de navios militares. É o tão cobiçado “Produto Nacional feito com Tecnologia Nacional” e isso tem um claro valor político.

    O Centro de Projeto de Navios, localizado dentro do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, desenvolveu sozinho as duas primeiras etapas deste programa: a fase da determinação da exequibilidade dos requerimentos de alto nível do sistema (RANS) e em seguida o seu Projeto de Concepção. Enquanto os vários estaleiros e escritórios de design naval concorrentes montam suas propostas de serviço, o Centro de Projeto de Navios da Marinha do Brasil se encontra em meio ao processo de concluir os desenhos do Projeto de Concepção, o insumo que a empresa vencedora usará para realizar seu trabalho.

    A empresa de engenharia a ser contratada preparará o Projeto Preliminar que consequentemente fará parte da documentação do processo de seleção do estaleiro que será contratado para construir o primeiro navio. A decisão e o cronograma de construção dos demais três navios depois dos primeiros testes do navio cabeça de série, a Marinha não deseja de forma alguma repetir os erros da construção das corvetas Classe Inhaúma.

    Na CV03 (sigla que da MB significa o “terceiro projeto de corveta”) algumas coisas já são fato, enquanto outras ainda estão sub judice.

    Na primeira categoria está aquilo que a Barroso teve de melhor, seu casco. As formas exteriores (hidrodinâmicas) do casco serão rigorosamente as mesmas do modelo atual, as avaliações operacionais da Barroso foram muito satisfatórias e está confirmado que todos os notórios vícios marinheiros das corvetas classe Inhaúma foram devidamente sanados. O comprimento segue o mesmo com 103,40m, a boca, com 11,40m, também não mudou e apenas o calado revelando o impacto do modesto aumento do deslocamento de 2350 para 2480 toneladas.

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    O casco e a estrutura

    Não mudarão o arranjo estrutural da CV Barroso, o espaçamento entre os perfis primários e secundários, o espaçamento entre anteparas estanques e as espessuras de chapas do navio. Já a disposição dos compartimentos no interior do navio foi mexida consideravelmente e poderá evoluir ainda mais após a conclusão do trabalho realizado pelo escritório de design naval ora em contratação.

    O espaço interno dedicado à acomodação dos 185 militares aumentará em 30m2 ou cerca de 6%. Este número grande inclui seus tripulantes, o Destacamento Aéreo Embarcado (DAE), um Estado Maior da Força e um destacamento de mergulhadores de combate (GRUMECs).

    Com uma organização de compartimentos mais otimizada, uma das reclamações da tripulação da Barroso será atendida, o corredor longitudinal dos conveses ficará mais reto e também resultará menos obstruídos por caixas e sistemas instalados nas suas paredes. O convés principal passará a fazer parte da estrutura “viga-navio”, dando assim uma maior resistência à sua estrutura. Na Barroso isso não ocorre por que o convés superior tem um “tosamento”, uma mudança da sua inclinação de maneira pronunciada, entre a antepara mais dianteira da superestrutura e o extremo da proa. Esta mudança criará ainda uma melhor utilização dos espaços existentes logo abaixo do convés principal. Foi decidido pelo Almirantado que o novo navio ainda não teria uma proa encoberta como as FREMM e outros navios mais modernos, mas, as tradicionais balaustradas (as grades de alumínio que costumavam circundar a proa) na Barroso ficaram no passado, sendo aqui substituídas por uma “borda falsa”, uma extensão do casco para cima, de forma a impedir que os marinheiros caiam no mar por acidente. O tanque de JP-5, o querosene de aviação para os helicópteros foi expandido, saltando de 29m3 para 33m3 no novo projeto.

    Na lateral da nova superestrutura de linhas stealth, exatamente como tantas obras de “fan art” que circularam nos últimos anos nos fóruns militares brasileiras, é perfeitamente lisa para melhor reduzir a “seção-reta-radar” da nova classe. A antepara exterior localizada abaixo do passadiço, por exemplo, apresenta clara uma inclinação para frente, perfazendo um ângulo de 4 graus em relação ao eixo vertical.

    A ré, o convoo foi estendido completamente por sobre a popinha do convés inferior. Permitindo, por consequência, que no novo projeto o hangar seja movido para ré cerca de dois metros quando comparado àquele instalado na Barroso. Numa das mudanças mais radicais, o volume de água para banho, cozinha e sanitários é praticamente seis vezes maior do que o existente na Barroso conforme narrado no artigo de ALIDE sobre a Barroso esta restrição de aguada comprometia fortemente o conforto da tripulação durante os períodos de porto (como tantos na África) em que por acaso não houvesse o fornecimento regular de água potável.

    Como parte da superestrutura será fabricada em alumínio, mas, o casco será feito em aço, o edital especifica o uso de “barras cladeadas” que têm um de seus lados feito em com alumínio e o outro feito com aço. Esta barra permite ao estaleiro construtor soldar com alumínio e com aço ao mesmo tempo com toda simplicidade resolvendo todos os problemas tradicionais da interface entre painéis dos dois metais. O estaleiro INACE usou esta tecnologia nos dois NPa500 da classe Macaé construídos lá. Por sua vez, o estaleiro EISA optou por não usar esta tecnologia nos seus próprios NPas ainda em construção no Rio de Janeiro.

    Propulsão

    A Marinha inegavelmente estava satisfeita com a propulsão CODOG (combinada diesel e turbina a gás) usada anteriormente na Barroso, no entanto, foi justamente uma análise cuidadosa dos padrões de operação desta última corveta, especialmente do tempo gasto em cada faixa de velocidade, que a permitiu realizar uma decisão importante que quebrou um tradicional paradigma. O estudo apontou de forma inquestionável o fato de que a Barroso, em todos estes seus anos em serviço, usou a sua turbina GE LM2500 em não mais que 4% do tempo! Somando-se isso com a alta velocidade passível de ser conseguida operando os agora quatro motores diesel MTU 16V 1163 idênticos aos da Barroso, não havia maneira de se defender a continuação do uso de uma propulsão com turbina, por mais anacrônico que isso possa parecer a princípio. A retirada da turbina e de sua engrenagem redutora de alta velocidade reduz dramaticamente a faina de manutenção da propulsão, corta os custos de aquisição e de operação de forma notável e simultaneamente reduz as dificuldades de exportação dos navios da nova classe, que com a nova propulsão terá um raio de ação de até 6000 milhas náuticas navegando a uma velocidade econômica de 12 nós.

    Hoje, quando os navios da MB estão operando no exterior e não é possível dispor de um navio tanque brasileiro no Grupo Tarefa a preocupação do time de máquinas é o de fazer qualquer coisa para não ter que usar combustível local, potencialmente contaminado de toda sorte de impurezas, uma vez que as turbinas a gás são sempre muito mais vulneráveis a danos por este diesel fora de padrão. A existência dos quatro novos motores diesel, ainda permite que o CHEMAQ eficientemente distribua as horas de uso de cada um destes motores para poder prolongar sua perspectiva de vida útil. Para atingir sua máxima velocidade a nova corveta terá que usar todos os quatro motores diesel em paralelo.

    Dentro do princípio de baixa visibilidade, a nova corveta estará equipada com “mufflers” nos dutos de saída dos motores que devem reduzir o ruídos dos motores e um sistema misturador de ar à exaustão que abaixará a temperatura dos gases da propulsão no final da chaminé de mais de 350 graus centigrados para menos de 150 graus.

    A engenharia é a arte do possível. Muitas vezes restrições outras impedem a escolha daquela que seria normalmente a melhor opção. A CV03, por exemplo, devido ao uso dos mesmos tanques compensados (permanentemente cheios de diesel e agua salgada) da Barroso não poderá nunca ser 100% “MARPOL compliant”, mas isso, por si só, não pode ser entendido como um defeito crítico e incontornável. É apenas um inconveniente.

    Armamento

    Segundo o fabricante BAE Systems informou à Royal Navy britânica, 2035 será a data limite para o suporte técnico ao conhecido canhão de proa de 4,5pol Vickers Mk8 usado na Barroso (e das Inhaúmas e Niteróis antes dela). Por isso, não faz sentido usá-lo uma vez mais nas novas corvetas uma vez que a primeira delas só entrará em serviço a partir 2020. Para o seu lugar irá muito provavelmente um canhão mais leve, o Otomelara de 76mm, que infelizmente reduzirá a capacidade da nova classe na atividade de suporte de fogo contra alvos em terra. À ré, sobre o hangar, um outro canhão entre 30 e 40mm será utilizado para a defesa aérea aproximada do navio, mas qual modelo exatamente, ainda não foi definido pela Diretoria de Sistemas de Armas da marinha (DSAM) Mas se nos fiarmos pelas ilustrações unicamente, o Millenium Gun da Rheinmetall (ex-Oerlikon Contraves) da Suíça parece estar agradando, especialmente pelo seu revolucionário sistema de munição AHEAD com a espoleta do projetil sendo programada na exato momento em que ele deixa a extremidade do tubo do canhão.

    Nenhuma das corvetas anteriores da Marinha do Brasil foi equipada com mísseis antiaéreos para sua própria defesa orgânica. Isso se deveu não apenas por questões de custos, mas, prioritariamente, pela dificuldade de dispor de espaço adequado no pequeno casco das corvetas para instalar um grande lançador conteirável como o Albatros dos mísseis Aspide, modelo empregado na Niteroi ModFrag. Do período de construção da Barroso até hoje, os diversos lançadores verticais, assim como seus mísseis, se tornaram um padrão universal para navios de todos os portes. A DSAN deve anunciar em meados de novembro o tipo de míssil e de lançador vertical escolhidos para uso nas novas corvetas. Se encontravam em avaliação neste momento cinco sistemas, entre eles o Barak (israelense), o ESSM (americano), o MICA VL (francês) e o Umkhonto (sul-africano). O lançador vertical de um destes mísseis deve ser instalado justamente no espaço criado com a movimentação do hangar para ré.

    O design da nova corveta incluiu ainda dois lançadores triplos de torpedos fabricados pela indústria nacional, unidades idênticas àquelas usadas nas Barroso, e ainda, duas lanchas rápidas bem diferentes das baleeiras que originalmente ocupavam os turcos das Inhaúma e da Barroso..

    Também em novembro deste ano será batido o martelo no sistema de sensores que embora neste momento tenda para o uso do mastro integrado da Thales Netherlands I-Mast 100 pode acabar por restrição de peso alto E de custo reverter para um mix de mastro tradicional com radares rotativos. A preferência pelo I-Mast na MB mais do que unicamente baseada em seu desempenho e seus alcances, se explica muito mais por ele entregar para o subcontratado (à Thales) absolutamente todas as atividades de compatibilização das antenas emissoras e receptoras, especialmente da resolução dos conflitos e interferências mútuas entre eles, uma atividade complexa e cara de ser realizada. O I Mast 100 é uma versão mais compacta e mais leve do I Mast 400 usado no navio de patrulha oceânica Holland da marinha holandesa. O material entregue pela Thales para a Marinha mostra que sob o I Mast 100 conhecido dos folhetos públicos, será inserido um convés adicional de base quadrada sob ele que permitirá a instalação de ainda mais antenas. Os principais radares do I Mast 100 oferecidos ao Brasil são o radar de busca aérea SeaMaster 40X combinado com o radar de superfície SeaWatcher100. Uma das possibilidades em consideração é a de instalar no I Mast os sensores do sistema de Medidas de Apoio a Guerra Eletrônica Defensor Mk2. Estes mastros seriam montados e parcialmente fabricados sob licença no país pela subsidiária local da Thales, a Omnisys. Já se sabe que a chaminé herdada da Barroso da nova corveta, no entanto, faz uma pequena sombra no quadrante traseiro do navio, detalhe este que terá que ser trabalhado na etapa seguinte do programa.

    A decisão rápida da DSAM sobre o armamento e os sensores da nova corveta é crítica para que os projetistas da empresa contratada possam realizar seu trabalho, e especialmente para que se possa começar a construção do navio no momento político desejado.

    Operações aéreas

    Por instrução do próprio Comandante da Marinha, a nova corveta precisará ser capaz de operar além do AH-11A Super Lynx, do novos helicópteros antissubmarino da Aviação Naval, o Sikorsky MH-16 SeaHawk a despeito disso não constar originalmente nos Requisitos de Alto Nível de Sistema (RANS) aprovados pelo Almirantado. Esta é uma aeronave muito maior que o Super Lynx e por isso também será instalado um sistema de retenção e movimentação da aeronave ASIST (Aircraft Ship Integrated Secure and Traverse) da empresa IDAL Technologies. O ASIST já é empregado em navios da Marinha do Chile, de Cingapura e da Turquia, além da Marinha e da Guarda Costeira americanas. Com isso, o tamanho do DAE poderá ser diminuído uma vez que apenas um militar será necessário para poder movimentar o helicóptero no convoo e ainda tirá-lo e recoloca-lo do hangar.

    Eletronica/comando e controle

    Devido à velocidade do programa de construção deste primeiro navio deve ser colocado nele o Siconta Mk III, e o Sistema de Controle e Monitoração (SCM) de máquinas, idêntico aos instalados na Barroso, os navios seguintes poderão receber versões mais avançadas destes sistemas. Inclusive o RANS pede que o software de controle do navio possa ser usado para dar bate a um incêndio e que também controle e monitore o sistema de geração e de distribuição de energia a bordo. O IPqM já indicou que pode e deseja agregar estas funcionalidades ao seu SCM o que dispensaria a aquisição e a integração de softwares estrangeiros semelhantes.

    As barreiras conceituais

    A indústria naval ao receber a documentação da concorrência reagiu de saída ao tamanho de tripulação solicitado pela MB. O número de 185 militares é grande, sendo quase o dobro do número de tripulantes da fragata FREMM francesa, um navio muitíssimo mais complexo e que desloca 6000 toneladas. Para eles, este número de tripulantes quando conjugado com o pequeno tamanho do casco da CV03 automaticamente afetará deleteriamente o nível de conforto da tripulação e a capacidade do navio permanecer no mar por períodos mais longos de tempo. Um Buque de Acción Marítmo (BAM) da espanhola Navantia, por exemplo, desloca 2500 toneladas, algo mais que os 2400 da nova corveta brasileira, mas é tripulado por apenas 35 homens e mulheres. Os BAN, diferentemente das novas corvetas brasileiras, não são equipados para levar um Estado Maior embarcado. Esta tarefa na Armada Española é delegada a outras classes de navios maiores, desde as fragatas Álvaro de Bazán, aos navios de desembarque da classe Galícia, o navio tanque Cantábria e principalmente ao Buque de Projección Estrategica (BPE) Juan Carlos I. Mas como a MB tem uma cultura bem mais tradicionalista e aferrada à sua história ela exige que a maior parte das manutenções dos sistemas embarcados, especialmente as de 1º nível, seja sempre realizada pelos próprios operadores no navio.

    Segundo às empresas estrangeiras. o padrão mais moderno no mundo é que times de técnicos baseados em terra, muitas vezes gente terceirizada dos próprios fabricantes, se desloquem até o porto onde o navio entrar (onde quer que isso seja pelo mundo afora) e que ao chegar lá realize a devida manutenção. Segundo eles hoje em dia o tripulante é de longe o item de custo mais relevante. Quanto mais gente a bordo mais custará cada período do navio no mar, e isso é um cálculo relativamente fácil de ser feito. Mas nem tudo está escrito em pedra neste caso. Aparentemente haverá uma solicitação interna para que o CON reavalie este número de tripulantes e que desta forma isso o traga para baixo, nem que isso represente apenas um corte pequeno. Na questão conforto, a decisão de se usar um casco comprovado, mas de pequeno tamanho e uma grande tripulação acabou tornando impossível a acomodação de uma academia de ginástica para a tripulação manter seu condicionamento físico em longas missões no Brasil e no exterior.

    Conclusão

    Mais do que apenas mais um navio militar, a futura corveta inaugura para a indústria naval brasileira o que pode ser uma nova família de produtos com real potencial de exportação, focados especialmente para marinhas de países na África e na América do Sul. Em 2010 a Emgepron mencionou abertamente a possibilidade de ofertarmos para exportação um novo navio patrulha desenvolvido a partir do casco de uma fragata Barroso simplificada. Depois de um longo período de absoluto silêncio, fontes na Marinha contaram a ALIDE que eles se espera concluir o estudo de exequibilidade deste navio, conhecido internamente como “NaPaOc Br”, já em novembro deste ano.


    A partir da experiência obtida com a operação dos NaPaOcs britânicos da classe Amazonas, a Marinha decidiu projetar um navio patrulha 100% nacional e de grande semelhança com a CV03, que supere aquele modelo em um número de áreas. Naturalmente, as grandes e mais óbvias vantagens dela fabricar este navio em lugar de mais derivados do Amazonas é que a MB não precisaria pagar royalties e ainda estaria desenvolvendo valiosas novas competências, não apenas na construção mais também na área de projeto de embarcações militares complexas.

    Alide mostra primeiras imagens da nova corveta da Marinha

  • #2
    Re: Divulgado el diseño de las nuevas corbetas derivadas de la Barroso

    Muy buenas nuestras nuevas corvetas!

    Comentario


    • #3
      Re: Divulgado el diseño de las nuevas corbetas derivadas de la Barroso

      Gostei mesmo foi das novidades como lançador VLS, Napaoc naional baseado na classe Amazonas e espero que o peso do I-Mast não interfira.

      Comentario


      • #4
        Re: Divulgado el diseño de las nuevas corbetas derivadas de la Barroso

        Hola...me alegra mucho que los hermanos de Brasil puedan renovar su flota con equipamiento moderno... muy bueno..

        Desde mi punto de vista humilde...a primera vista me llama la atencion algunos puntos.
        El buque tendra 2480 tn...osea no es un buque chico para nuestros lares.

        1) En funcion de eso no entiendo en primer lugar..por que el I-mast 100 esta hubicado tan abajo de la estructura, en comparacion con la ventaja que ofrece tenerlo en altura, dado que te permite mayor alcance de horizonte radielectrico, y un radio de 360° al ser un mastil integrado y de bajo peso.

        2) Por que el puente de mando tambien esta tan bajo?

        3) Otro tema y contarriamente al mastil, el semirrigido esta muy alto para bajar e izarlo al agua... otros buques lo hubican en torno medio del buque.

        4) Me llama la atencion la salida de gases, no tenga un diseño mas stealth y mas oculto en la estructura contra la firma IR del buque, mas allá que dispone de reduccion de la firma.

        5) Otro punto, es que el buque contará con un mastil que para funcion antimisil, en la cual muchos buques le muestran al misil la popa, fijense que al estar tan bajo, la cara del radar (que no es el globo de la punta del mastil) que se encuentra en el medio del mastil, se ve interferido por el cañon 30/40mm cuando el buque cabesea en el mar.

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        6) en cuanto a misiles de defensa de punto... que con suerte tendra el sistema I-Mast 100.. este último puede disponer en la "punta" de un solo canal para guiado de misiles semiactivos.. no creo que se instale un sistema tan avanzado como el ESSM, para un solo canal de tiro.. sería un despropósito. Misil Mica activo y caro ??mmm.. Barak con sistemas europeos??mmm.. me parece que esta corbeta tendra Umkhonto de guía IR... es mi opinion dada las limitaciones de guia, costo e integración.

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        7) El cañon de defensa aerea de 30/40 mm el que sea...es una lastima que este limitado en su capacidad de carga de munición, debido a que se encontrara por arriba justo del hangar.. esto es una lastima dado que al tener que enfrentar.

        Bueno...es solo una humilde opion de una vision a primera vista...

        saludos

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        • #5
          Re: Divulgado el diseño de las nuevas corbetas derivadas de la Barroso

          Originalmente publicado por gobakic Ver Mensaje
          Hola...me alegra mucho que los hermanos de Brasil puedan renovar su flota con equipamiento moderno... muy bueno..

          Desde mi punto de vista humilde...a primera vista me llama la atencion algunos puntos.
          El buque tendra 2480 tn...osea no es un buque chico para nuestros lares.
          No es un disseño final


          Es una classe intermediaria: OPV < Corveta < Fragata.

          Los OPVs vamos desenvolver uno baseado en los Classe Amazonas
          Las Corvetas seran estas, inspiradas en las Barroso
          Las Fragatas estan en fase final de seleccion.


          Saludos
          Editado por última vez por Brasil; https://www.aviacionargentina.net/foros/member/1271-brasil en 25/10/2013, 15:16.

          Comentario


          • #6
            Re: Divulgado el diseño de las nuevas corbetas derivadas de la Barroso

            Estimado Gobakic, es importante observar que el diseño aún no se ha congelado, y hasta el batimento de quilla de la primera de las 4 corbetas (Deciembre 2014) algunos detalles pueden cambiar.

            Cuanto a la salida de gases no hay mucho que hacer, mira que hasta en proyectos más grandes como las FREMM no tiene mucho por hacer.

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            Pero sí, hay una mejora sustancial con los Muffers. Y como dice, otros detalles puntuales que si necesario serán cambiados.

            Saludos

            Comentario


            • #7
              Re: Divulgado el diseño de las nuevas corbetas derivadas de la Barroso

              Originalmente publicado por Brasil Ver Mensaje
              Es una fan art baseada en lo que libero de informaciones la Armada. No es un disseño oficial


              Es una classe intermediaria: OPV < Corveta < Fragata.

              Los OPVs vamos desenvolver uno baseado en los Classe Amazonas
              Las Corvetas seran estas, inspiradas en las Barroso
              Las Fragatas estan en fase final de seleccion.


              Saludos


              No site Alide, foi informado que não é uma Fan-art, foi liberado pela MB, claro que sabemos que vai amadurecer ainda, mas não são mais aquelas feitas pelo jacubão hehehe Abraço Brasil.

              Comentario


              • #8
                Re: Divulgado el diseño de las nuevas corbetas derivadas de la Barroso

                Originalmente publicado por BrasilPotencia Ver Mensaje
                No site Alide, foi informado que não é uma Fan-art, foi liberado pela MB, claro que sabemos que vai amadurecer ainda, mas não são mais aquelas feitas pelo jacubão hehehe Abraço Brasil.
                Eu li errado lá. lí "são um fan art"

                Comentario


                • #9
                  Re: Divulgado el diseño de las nuevas corbetas derivadas de la Barroso

                  Thales I Mast está fuera de las nuevas corbetas brasileiras

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                  No evento que marcou o início da fase de seleção do “Prime Contractor” do programa SisGAAz, o Diretor de Sistemas de Armas da Marinha, almirante Alípio Jorge Rodrigues da Silva contou a ALIDE que “a falta de flexibilidade da Thales para inserir sensores de origem nacional” no seu IMast 100 fizeram a Marinha desistir de incluí-lo no projeto das futuras “corvetas Barroso Modificada” (também conhecidas internamente como “CV3”).

                  O interesse da Marinha pelo IMast foi revelado por Alide na nossa cobertura da Euronaval de 2012 e em seguida na nossa visita à fábrica da Thales holandesa naquele mesmo ano. E neste ano ele apareceu nas imagens usadas internamente pela MB no refinamento da nova classe.

                  O IMast embute em um módulo estrutural (única estrutura metálica piramidal) as várias faces de dois radares de varredura eletrônica (AESA) e todos as antenas de comunicação de voz e dados, além de sensores óticos de guerra eletrônica e de IFF. Focada no desenho da nova corveta a MB acreditava que ao selecionar um mastro integrado deste o risco do novo desenvolvimento seria diminuído ao entregar para o fornecedor todo o risco e a responsabilidade de resolver as interferências cruzadas das emissões de um sistema nos demais receptores. Não é surpresa esta preocupação tendo em vista que esta foi uma área que deu bastante trabalho durante o ModFrag da classe Niterói.

                  Seguindo os preceitos da Estratégia Nacional de Defesa, o desejo da Marinha neste caso é que os radares instalados no IMast das novas corvetas pudessem ser de desenho e fabricação brasileiros, como aqueles que vem sendo estudados pela Bradar (a subsidiária da Embraer antes conhecida como Orbisat). Atualmente, o produto mais desenvolvido da Bradar é o radar Saber para o Exército Brasileiro.

                  Segundo o almirante Alípio, infelizmente, a Thales se mostrou inflexível demais para poder acomodar o requerimento da MB por radares brasileiros e por isso o IMast acabou sendo abandonado. O IMast tinha ainda outro problema para a Marinha, seu custo. Por não serem rotativos, cada um dos radares exigia o uso de quatro antenas transmissoras/receptoras fixas no mastro para poder permitir uma cobertura 360 graus ao redor do navio. Alípio concluiu dizendo que não existindo outras opções de mastro integrado operacionais no mercado, o Unimast da Selex italiana só será apresentado nas duas últimas fragatas FREMM italianas, a Marinha acabou optando por uma configuração convencional de mastro com radares de busca aérea e de superfície rotativos para as novas corvetas.

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                  O almirante revelou ainda que em termos de armamento antiaéreo as cinco opções em estudo (Denel Umkhonto, IAI/Rafael Barak, MBDA CAMM e Mica VL e Raytheon ESSM) seguem no páreo.

                  Alide apurou ainda de outras fontes que a licitação para escolher uma empresa nacional para realizar o projeto detalhado das novas corvetas está atrasada. Quatro empresas participaram da entrega de documentação que precederia a abertura das propostas de preço Projemar Engenharia e Participações S/A, Vard Niterói S/A, Doris Engenharia e Exactum Consultoria e Projetos Ltda. No dia 11/12/2013 o Diário Oficial publicou informação de que todas as quatro foram desclassificadas por não atender a todos os documentos pedidos no Edital. Novo prazo foi dado para as quatro empresas reapresentarem os documentos pedidos e no dia 10/01/2014 finalmente saiu publicado que apenas as empresas Projemar e Vard Niterói (uma subsidiária do estaleiro italiano Fincantieri) foram habilitadas, passando assim as duas à disputa de preço.

                  Fuente: Alide
                  Editado por última vez por BrasilPotencia; https://www.aviacionargentina.net/foros/ en 19/01/2014, 11:20.

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                  • #10
                    Re: Divulgado el diseño de las nuevas corbetas derivadas de la Barroso

                    CENTRO DE PROJETOS DE NAVIOS

                    RESULTADO DE JULGAMENTO

                    CONCORRÊNCIA Nº 1/2013.

                    A Comissão Julgadora do procedimento licitatório acima epigrafado torna público o resultado do julgamento das propostas de preços das empresas habilitadas PROJEMAR Engenharia e Participações S/A (CNPJ 17.105.165/0001-20); e VARD Niterói S/A (CNPJ 01.143.390/0001-11), propostas essas que foram consideradas classificadas. Verificado o atendimento aos pressupostos consignados no Edital da Concorrência nº 01/2013, foi considerada vencedora do certame licitatório a empresa VARD Niterói S/A (CNPJ 01.143.390/0001-11), que apresentou proposta de preço de menor valor global, representado pela importância de R$ 4.790.000,00. (quatro milhões, setecentos e noventa mil reais). Na forma da Lei, os autos do Processo encontram-se à disposição dos interessados.

                    CMG (RM1-T) ALUÍZIO FERRO DE MARINS NETO
                    Presidente da Comissão

                    PD: La empresa VARD Niterói es subsidiária de la FINCANTIERI ITALIA

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                    • #11
                      Re: Divulgado el diseño de las nuevas corbetas derivadas de la Barroso

                      felicitaciones hermanos de Brasil por este nuevo desarrollo, todo lo afin a la superestructura debería ser bien tomado a cuenta para nuestras MEKO 140.

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                      • #12
                        Re: Divulgado el diseño de las nuevas corbetas derivadas de la Barroso

                        Umkhonto, Barak e MicaVL fora da futura corveta da MB

                        Através de diversas notas exclusivas Alide vem nos últimos meses acompanhando a evolução contínua do programa CV3 da Marinha do Brasil para a definição e o desenvolvimento das novas corvetas derivadas do casco da Barroso. Até aqui, uma das variáveis mais críticas ainda em aberto era justamente o sistema de misseis antiaéreos que virá a ser empregado na nova classe.

                        ALIDE apurou junto a suas fontes que a Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha descartou três sistemas de mísseis da corrida: o sul-africano Umkhonto, o israelense Barak e o francês Mica VL para ficar um “shortlist” com apenas o sistema Evolved Sea Sparrow Missile (ESSM) da Raytheon americana e o Sea Ceptor do braço britânico da MBDA.

                        Espaço sempre foi uma questão muito crítica neste projeto uma vez que a nova corveta desloca cerca de 2400 toneladas e seu casco tem uma boca de apenas 13 metros. Este é um navio bem menor que as fragatas da classe Niterói e, mas assim mesmo, por determinação do Estado Maior da Armada deverá ter uma tripulação relativamente grande para os navios do seu segmento.

                        A vantagem inicial do sistema Barak, especialmente devido ao seu lançador ser o mais compacto, acabou não sendo suficiente para reproduzir na Marinha do Brasil o sucesso recente do sistema israelense na modernização das Type 22 da Marinha do Chile. O Umkonto da Denel apresentava como ponto a seu favor, o fato desta indústria sul-africana já ser uma parceira importante do Brasil no programa A-Darter, míssil que armará os futuros caças Gripen da FAB. Finalmente, foi justamente a escolha do caça sueco em vez do Rafale francês (que usa ao MICA como míssil de defesa aproximada) o que provavelmente causou o desinteresse da Marinha pelo MICA VL.

                        O Evolved Sea Sparrow

                        O RIM-162 ESSM é um derivado moderno do clássico sistema de defesa antiaérea naval americano RIM-7 Sea Sparrow. O ESSM foi desenvolvido pela US Navy e por nove dos onze países da NATO SeaSparrow Consortium: marinhas da Alemanha, Austrália, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Espanha, Grécia, Holanda, Noruega, Portugal, e Turquia. Escal é sempre uma vantagem dos grandes programas americanos, em 2012 a empresa comemorou a entrega do 2000º míssil ESSM e o executivo Ed Roesly, então Diretor do programa na Raytheon Missile Systems contou que:"Nós já entreguamos ESSMs há uma década, e esperamos ter uma linha de produção ativa para além de 2017".

                        Atualmente a Marinha do Brasil depende para a defesa aérea das fragatas da Classe Niterói do sistema Aspide, outra evolução italiana do Sea Sparrow original. É interessante notar que os lançadores Albatros dos Aspide usados nas Niterói são a versão italiana do lançador americano Mk.29 da Raytheon, o qual mediante uma atualização pode receber o ESSM no lugar dos Sea Sparrow. Se isto for verdadeiro para os Albatros também as Niterói poderia potencialmente ser equipados com o ESSM no final de sua vida útil além das corvetas.

                        O ESSM é aerodinamicamente bem distinto do seu predecessor apesentando um sistema de guiagem na cauda e asas estreitas ao longo do comprimento da fuselagem do míssil o que lhe garante uma grande manobrabilidade contra mísseis antinavio independentemente se eles vem rente ao mar ou em uma trajetória terminal vertical. Lançado verticalmente de diversos modelos de VLS como o lançador contyeirável MK 29, o MK 41 VLS, o MK 57 VLS, o MK 48 Guided Missile VLS, e o MK 56 Dual Pack ESSM Launching System. Uma grande vantagem do ESSM é que ele pode ser acomodado até quatro mísseis por tubo do VLS fazendo que mesmo um navio de pequeno porte possa carregar muitos mísseis para pronto emprego de uma só vez.

                        MBDA Sea Ceptor

                        Este sistema de defesa naval da gigante pan-europeia MBDA é parte da família CAMM (Common Anti-Air Modular Missile). Nesta família o Sea Ceptor é o modelo de defesa naval, uma versão lançada de terra para a defesa de bases aéreas e de unidades móveis do Exército, ambos os modelos devem estar operacionais até 2016. Existe ainda o potencial de se desenvolver uma versão ar-ar através de pequenas alterações técnicas para poder substituir mísseis como o onipresente AIM-9 Sidewinder. O envolvimento profundo da FAB no programa A-Darter, no entanto, torna esta última vantagem da família CAMM menos atraente no caso específico do Brasil. As Forças Armadas britânicas geraram este requerimento e estão adotando todos seus variantes objetivando extrair vantagens logísticas através de uma maior escala de produção e da padronização de meios militares entre as suas forças individuais. O argumento da MBDA é que esta padronização reduzirá todos os custos futuros de manutenção e modernização dos sistemas.

                        O alcance do Sea Ceptor é de 25km contra alvos existentes atualmente e contra aqueles que devem entrar em serviço em breve. Este conta com um sistema compacto de datalink bi-direcional que faz o míssil poder ser usado, não apenas contra aeronaves, mísseis, helicópteros e UAVs mas, também contra pequenos alvos na superfície como patrulheiros e lanchas. A MBDA prevê que configurações quadruplas do míssil padrão da família pode ser disparado indistintamente desde VLS americanos como o MK-41 ou de lançadores verticais Sylver que primariamente usados para a família Aster. Criado desde o início para ser integrado a uma grande variedade de radares 2D e 3D além de sensores óticos o míssil inglês dispensa o uso de radares de acompanhamento de alvos. Para reduzir as demandas sobre as plataformas de lançamento o Sea Ceptor usa o sistema a frio do tipo “soft launch” sendo guiado na sua trajetória por um radar ativo instalado no bico. A Royal Navy usará este míssil para substituir os antigos Sea Wolf na modernização de meia vida das fragatas Type 23 e os usará também nas novas fragatas Type 26, ora em desenvolvimento. A Marinha Neo-Zelandeza já anunciou que será o primeiro cliente de exportação do Sea Ceptor planejando coloca-lo no lugar dos Sea Sparrows do VLS Mk. 41 de suas duas fragatas ANZAC (MEKO 200ANZ).

                        Participação da indústria brasileira

                        Qualquer programa de defesa nacional segundo a Estratégia Nacional de Defesa exige a participação da indústria local de defesa e deve deixar um legado de transferência de tecnologia que alavanque as capacidades futuras da nossa indústria neste segmento. O player ou os dois players locais envolvidos ainda não estão totalmente claros, mas como a Avibras exibiu ativamente o sistema CAMM durante a LAAD do ano passado isso a coloca como a provável parte nacional do grupo do Sea Ceptor. Nesta concorrência não é obrigatória (como é no Prosuper) que a seleção de um parceiro nacional seja feita pela empresa detentora da tecnologia. Isso abre a possibilidade que este sócio local só venha a ser selecionado independentemente pela Marinha numa fase posterior à escolha do sistema de mísseis. Sabe-se, no entanto, que a americana Raytheon não estaria pré-associada à Odebrecht/Mectron nem a qualquer outra empresa de engenharia nacional, mas que neste momento ela negocia com um dos “suspeitos de sempre”... Façam suas apostas!

                        Alide

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                        • #13
                          Re: Divulgado el diseño de las nuevas corbetas derivadas de la Barroso

                          se podria hacer en conjunto?
                          " Los pueblos que han descuidado la preparación de sus fuerzas armadas han pagado caro su error, desapareciendo de la historia o cayendo en la más abyecta servidumbre. De ellos, la historia se ocupa de recordar su excesivo mercantilismo o los arqueologos para explorar sus ruinas, descubriendo bellas muestras de una grandiosa civilización pretérita, que no supo cultivar las aptitudes guerreras de sus pueblos"
                          Teniente Gerenal J.D Perón

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                          • #14
                            Re: Divulgado el diseño de las nuevas corbetas derivadas de la Barroso

                            Originalmente publicado por Guillep Ver Mensaje
                            se podria hacer en conjunto?


                            En conjunto con las empresas del shortlist? No creo, se habla en una versión naval del AV 300 matador, así como se habla en la entrada de la FAB en el proyecto Merlin de la Denel. Saludos

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                            • #15
                              Re: Divulgado el diseño de las nuevas corbetas derivadas de la Barroso

                              O Sea. Ahora para la CV03 restan 2 missiles en el shortlist: Evolved Sea Sparrow Missile (ESSM) o Sea Ceptor

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