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Noticias: Comando de la Fuerza de Submarinos (CFS)

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  • Re: Noticias: Comando de la Fuerza de Submarinos (CFS)

    Si, muy buenas noticias muchachos es una alegría poder ver nuevamente 2 submarinos navegando...
    Una pregunta: ¿estan totalmente operativos los dos?

    Comentario


    • Re: Noticias: Comando de la Fuerza de Submarinos (CFS)

      Originalmente publicado por Teodofredo Ver Mensaje
      Si, muy buenas noticias muchachos es una alegría poder ver nuevamente 2 submarinos navegando...
      Una pregunta: ¿estan totalmente operativos los dos?

      -Si los dos operativos aunque el ARA-Salta ya comenzó la cuenta regresiva
      que terminara en el 2019 cuando sea dado de baja.




      Saludosss
      Roberto

      Comentario


      • Re: Noticias: Comando de la Fuerza de Submarinos (CFS)

        Originalmente publicado por Litio71 Ver Mensaje
        -Si los dos operativos aunque el ARA-Salta ya comenzó la cuenta regresiva
        que terminara en el 2019 cuando sea dado de baja.




        Saludosss
        Roberto
        Gracias Roberto.
        El camino ahora será (supongo), iniciar el largo y tedioso camino (por lo menos para Argentina), de intentar adquirir algún sustituto del "Salta", porque el 2019 ya esta ahí a la vuelta de la esquina.

        Comentario


        • Re: Noticias: Comando de la Fuerza de Submarinos (CFS)

          Originalmente publicado por Teodofredo Ver Mensaje
          Gracias Roberto.
          El camino ahora será (supongo), iniciar el largo y tedioso camino (por lo menos para Argentina), de intentar adquirir algún sustituto del "Salta", porque el 2019 ya esta ahí a la vuelta de la esquina.

          -En teoría el reemplazo del ARA-Salta debería ser el (S-43) ARA-Santa Fe acomodado
          a los tiempos actuales


          Saludosss
          Roberto

          Comentario


          • Re: Noticias: Comando de la Fuerza de Submarinos (CFS)

            Originalmente publicado por Litio71 Ver Mensaje
            -En teoría el reemplazo del ARA-Salta debería ser el (S-43) ARA-Santa Fe acomodado
            a los tiempos actuales


            Saludosss
            Roberto
            Debería pero ¿a qué costo?
            Hay rumores que la vela, utilizada por el grupo artístico "Fuerza Bruta" en Tecnópolis se "perdió".
            El Santa Fé hay que equiparlo por completo, porque todos sus elementos fueron y son utilizados para tener operativos a los dos TR-1700. Posiblemente haya algunos equipos guardados, como algún periscopio o antena, pero estos ya son desfasados tecnológicamente.

            Siempre se habla que el costo de un submarinos es 25% el casco y 75% sus equipos. Equiparlo sería tener que arreglar con algún constructor para que revise los planos, ya que tendrá que amoldar todo el interior a cómo fue diseñado el submarino. Hoy la construcción del interior es modular, siendo que los diferentes sección son colocadas como "palets" pre fabricados dentro del casco resistente.

            Lo bueno de lograr terminar el Santa Fe, es que serviría como base para una hipotética construcción de más submarinos, que tal vez generen una subfamilia o evolución de este submarino.
            "Antes sacrificaría mi existencia que echar una mancha sobre mi vida pública que se pudiera interpretar por ambición".José de San Martín

            Comentario


            • Re: Noticias: Comando de la Fuerza de Submarinos (CFS)

              El presidente de CINAR se mostró optimista cuando le preguntaron sobre la finalización del Santa Fé en la última nota que le hizo Telam. Pero depende del presupuesto que la Casa Rosada le apruebe. Hubo conversaciones con HDW para requerir de su asesoramiento y colaboraciòn para terminarlo.
              Julio Gutièrrez
              Administrador del Foro
              Aviacionargentina.net

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              • Re: Noticias: Comando de la Fuerza de Submarinos (CFS)

                segun el analista brasilero Roberto Lopes la ARA tiene planeado comprar 4 submarinos nuevos.



                EXCLUSIVO: Argentina planeja remontar sua Força de Submarinos com quatro navios novos; aproximação com a França pode preterir os barcos mais baratos, de desenho alemão






                Por Roberto Lopes

                Enquanto que, de público, a Armada Argentina reivindica a compra de patrulheiros oceânicos, de munição para os canhões de suas fragatas classe Meko, de um bimotor Airbus C-295 de vigilância marítima, de oito jatos FAdeA Pampa (para a instrução avançada de pilotos navais) e a recuperação de sua frota de caças Super Étendard, abaixo da superfície (como convém a bons submarinistas) oficiais de Planejamento do Comando de la Fuerza de Submarinos (COFS) – sediado na cidade de Mar del Plata –, vêm conversando com alguns colegas do setor de Material da Força e do próprio Estado-Maior da Marinha, acerca de uma futura e inescapável remontagem da Arma Submarina Argentina.

                Remontagem. Não reforço, ou reestruturação.


                De acordo com informações obtidas pela coluna INSIDER junto a fontes argentinas, esses chefes navais imaginam que, em uma primeira fase, o COFS precisará contar com um programa de construção de quatro unidades novas.

                Submarinos convencionais de ataque aptos a disparar torpedos e mísseis anti-navio, bem como torpedos anti-submarinos, cuja produção, no decorrer dos anos de 2020 (mais provavelmente na segunda metade da próxima década), deverá prever a importação, pura e simples, dos dois (ou três) primeiros barcos, reservando à indústria naval argentina a fabricação assistida do último (ou últimos).

                Estaciones – Antes da guerra das Malvinas (1982) os chefes navais argentinos sonhavam que os seus dois submersíveis costeiros classe IKL (Ingenieur Kontor Lübeck) -209/1200, montados, na década de 1970, sob assistência alemã no estaleiro TANDANOR, pudessem, no decorrer dos anos de 1980, ser paulatinamente reforçados com seis unidades do modelo oceânico TR-1700 – um projeto que não era “de prateleira” (não existia), e que fora desenvolvido por projetistas da empresa Thyssen Nordseewerke, da cidade alemã de Essen, sob estritos requerimentos sigilosos dos argentinos.

                Nessa época os argentinos estimavam que seis era a quantidade de navios suficiente para que o COFS montasse duas estaciones de patrulla: uma sobre a parte mais estratégica de seu litoral (o eixo Buenos Aires-Puerto Brelgrano), e outra ao largo do litoral sul argentino, próxima ao entorno das Ilhas Malvinas.

                Pelos cálculos desses chefes navais, quando o último dos TR-1700 estivesse sendo entregue, na metade final dos anos de 1990, já estaria na hora de se começar a pensar na baixa dos velhos IKLs.

                Mas agora, ao se aproximar o fim dos anos de 2010, o planejamento de uma flotilha encorpada – de seis ou oito navios – parece às altas patentes argentinas irreal do ponto de vista econômico, ou despropositado do ponto de vista político. Assim como um cronograma que, priorizando a capacidade da indústria naval argentina, lembre as características do tecnologicamente arrojado e caríssimo Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha do Brasil, mais conhecido como PROSUB.

                Além disso, os argentinos admitem que os seus recursos tecnológicos estão a anos-luz da qualificação alcançada pela parceria da indústria com a Marinha do Brasil e a empresa francesa DCNS para implementar o PROSUB.

                Scorpène – O planejamento dos argentinos para levar adiante o programa dos quatro submarinos novos esbarra, contudo, em dúvidas que não são apenas de ordem econômica – são também de caráter político.

                Há muita indefinição sobre o tipo de cooperação técnica que o governo Mauricio Macri irá autorizar, seja feita com alguma indústria naval europeia (da Alemanha, da França ou da Itália) ou, no limite, sul-coreana.

                O relacionamento da Marinha argentina com a indústria naval alemã – fornecedora dos três submarinos hoje em operação pelo COFS – azedou bastante desde que o Kirchnerismo aplicou repetidos passa-moleques nos fornecedores alemães de serviços navais.

                Inadimplências, rediscussões acerca dos serviços prestados pelos alemães à Armada platina, e sobre os preços por eles cobrados, quase destruíram um relacionamento que, ao longo das décadas de 1970, 1980 e 1990, vinha se mostrando bastante consistente.

                Por outro lado, ninguém sabe ao certo, na Marinha Argentina, para onde vai a simpática camaradagem entre o governo Macri e a Administração do Socialista François Hollande.

                A França vai guinar para a Direita? Macri irá se candidatar à reeleição? E depois dele, o que virá? Mais uma aventura Peronista?

                Todas as respotas a essas perguntas precisam ser pesadas para que os militares argentinos decidam se é possível pensar em quatro submarinos convencionais de ataque Tipo 214 – ao custo unitário de meio bilhão de dólares –; se o melhor é optar (como fez, recentemente, a Marinha da Indonésia) pelo modelo DSME IKL-209/1400 (projeto alemão e produção a cargo da Daewoo Shipbuilding and Marine Engineering) – de preço unitário um pouco menor, na casa dos 450 milhões de dólares –; ou se o que lhes resta é a opção DCNS Scorpène, francesa, que, neste final de década, deve valer algo como 800 milhões de dólares.







                Uma pista para essa equação será dada pela opção que a Marinha Argentina fará no caso dos navios-patrulha oceânicos.

                A eventual escolha do modelo L’Adroit (OPV 90), da DCNS, resultará numa aproximação entre Paris e Buenos Aires que poderá ser aproveitada para a renovação da Força de Submarinos.

                Motores – O futuro imediato é, por qualquer ângulo que se olhe, desalentador.

                Nos próximos dois anos e meio, a Arma Submarina dos argentinos estará reduzida a dois navios antiquados, o que implica dizer que, em tese, no dia-a-dia, haverá apenas um barco desse gênero disponível para a resposta que se fizer necessária a uma emergência. E, talvez – dependendo de uma conjunção de fatores negativos –, até mesmo nenhum.

                Atualmente, os submarinistas argentinos contam com o pequeno IKL-209/1200 Salta (S-31), de 1.200 toneladas (submerso) – projetado e construído na virada dos anos de 1960 para a década de 1970 –, e o também alemão TR 1700 San Juan (S-42), de 2.336 toneladas (em imersão), cuja concepção data dos anos de 1970, e a fabricação da metade inicial da década de 1980.

                O segundo TR-1700 – Santa Cruz (S-41) – foi recolhido ao Complejo Industrial Naval Argentino (CINAR) e seu estado é desalentador. Além do desgaste normal para uma embarcação velha, o navio apresenta problemas estruturais na vela, e um grupo propulsor “em mau estado” (segundo a definição obtida pela coluna).




                Um dos seus quatro motores diesel MTU, que já não vinha operando, está sendo aberto para que os técnicos determinem a extensão dos reparos que o equipamento requer. O conjunto de 960 baterias também está seriamente deteriorado.

                A volta do Santa Cruz à rotina do COFS está previsto para o início de 2019, desde que o investimento reclamado por seus reparos seja mantido em dia, claro.

                Mas em 2020 será a vez de os argentinos perderem o Salta, que terá chegado ao fim de sua vida útil.

                Além disso, faltam à Arma Submarina Argentina… armas! Nesse caso, torpedos pesados – que o governo de Washington negou, repetidas vezes, ao casal Kirchner – e, sobretudo, torpedos antissubmarinos.



                FUENTE:EXCLUSIVO: Argentina planeja remontar sua Força de Submarinos com quatro navios novos; aproximação com a França pode preterir os barcos mais baratos, de desenho alemão

                Comentario


                • Re: Noticias: Comando de la Fuerza de Submarinos (CFS)



                  Ojalá!
                  Nec temere nec timide

                  Comentario


                  • Re: Noticias: Comando de la Fuerza de Submarinos (CFS)

                    En el enlace de abajo subí el mismo articulo pero en español

                    http://www.aviacionargentina.net/for...os-buques.html
                    Julio Gutièrrez
                    Administrador del Foro
                    Aviacionargentina.net

                    Comentario


                    • Re: Noticias: Comando de la Fuerza de Submarinos (CFS)

                      Obispo "Submarinista" Ruso visita Base De Submarinos Argentina



                      El día martes 17 de Enero llego a la ciudad de Mar del Plata el Metropolita IGNACIO (Serguei Gennadievich Pologrudov) OBISPO de la diócesis de la Iglesia Ortodoxa Rusa del Patriarcado de Moscú de Argentina y Sudamérica.
                      Ingeniero, Deportista extremo conocedor de las Artes Plásticas habiendo participado en el museo Pushkim y Hermitage y SUBMARINISTA …

                      Músico desde su juventud le permitió adentrarse en la Psicología y Filosofía inclinaciones que le permitieron tener otra visión sobre la Geopolitica, ingresa al servicio del ejército rojo en el año 1978 con el título de Ingeniero en Cibernética Medica...

                      En 1988 recibe los santos sacramentos de la iniciación cristiana Ortodoxa Rusa continuando sus estudios en el Monasterio del Santo Espíritu en Vilma Lituania donde es el Decano hasta la fecha...

                      En su paso por el Ejército Ruso y dada ya su condición clerical opto por el arma Submarina y fue destinado a la flota del mar del norte a bordo del Submarino crucero atómico "TOMSK" donde convivió con las tripulación para realizar el cruce del círculo polar Ártico bajo los hielos hasta al Océano Pacifico en tres oportunidades.



                      El día 18 con una agenda intensa comenzó saludando al Sr obispo de Mar del Plata C. Marino, para luego ser recibido en el HCD del MGP y ser declarado "Visitante Notable", saludado por el Intendente del Municipio.luego continuo camino a la Base de Submarinos de Mar del Plata donde en primer contacto con la Armada Argentina. lo hizo la Sra TN Paulina B. Zalazar y el Corresponsal Naval Hector O.Filippi ; acompañados por ambos hasta la oficina del el Sr Comandante Dn Gabriel Martinez Gonzalez, una charla distendida con anécdotas de su paso por los Submarinos de la flota Rusa del Mar del Norte y tres de sus campañas al Circulo Polar Ártico, concluyendo con temas de orden humanitario el OBISPO obsequio al Sr Comandante un distintivo de San Nicolas el Milagroso (que podrá llevar en su pecho) y un libro, como muestra de su afecto, en actitud reciproca recibió el Sr Obispo una “pluma de diseño” y el emblema de la Flota de Mar de la A.R.A. quedando así sellado un puente inter cultural con ribetes de Fe !!!

                      Invitado por el Sr Comandante se dirigió a visitar las Unidades Navales apostadas en los muelles de la dársena de la base del arma submarina el A.R.A. SALTA y el A.R.A. SAN JUAN, hubo recuerdos profesionales como oficial de Navegación y anécdotas de las profundidades del Mar.



                      En un corto recorrido llegamos al Museo de Submarinos de la Armada, aguardado allí por los Sub Oficiales Mayores Submarinistas, Roberto Marcelo Paz y el VGM Sergio Campagnoli

                      Ya en las instalaciones una clase incluida de historia de la Escuela de Submarinistas, escuela que el OBISPO debió pasar en Rusia,

                      Le fue obsequiado el CAP del A.R.A San Luis como noble presente y Original de “Corazon”, allí mismo el Obispo les otorgo a los sorprendidos anfitriones la Orden de “San Nicolas” que a futuro podrán lucir en sus respectivos pechos junto a las condecoraciones como VGM.



                      Como cierre de esta maratónica visita el OBISPO firmo el libro de visitas en el Museo del Arma Submarina y levantando el libro con ambas manos “elevo bendición a Dios por todos los tripulantes de la A.R.A”…
                      También le realizaron un reportaje en vivo por parte de Red de la costa Fm PREMIUM de Santa clara del Mar por el Periodista Daniel Scian con quien seguimos los últimos pasos de esta agenda.


                      Lic. Daniel Olivio Arias Villalba
                      Periodista - (Submarinista)

                      Obispo "Submarinista" Ruso visita Base De Submarinos Argentina - www.elSnorkel.com
                      "Antes sacrificaría mi existencia que echar una mancha sobre mi vida pública que se pudiera interpretar por ambición".José de San Martín

                      Comentario


                      • Re: Noticias: Comando de la Fuerza de Submarinos (CFS)

                        ARMADA ARGENTINA ESTADO MAYOR GENERAL DE LA ARMADA DIVISIÓN CONTRATACIONES DEL ARSENAL NAVAL MAR DEL PLATA

                        LICITACIÓN PÚBLICA N° 1/2017 Expediente N° ARMP, 3JY Nº 04/17

                        OBJETO DE LA CONTRATACIÓN: EFECTUAR EL CARENADO DEL SUBMARINO ARA “SALTA”.
                        "Antes sacrificaría mi existencia que echar una mancha sobre mi vida pública que se pudiera interpretar por ambición".José de San Martín

                        Comentario


                        • Re: Noticias: Comando de la Fuerza de Submarinos (CFS)

                          seguro el carenado se va a hacer en el astillero SPI de Mar del Plata que ya realizo este trabajo en 2008


                          en este video institucional de SPI a partir del minuto 7:01 al 7:30 se pueden ver imagenes del submarino SALTA en el dique flotante MOSSDOK 2000





                          saludos.
                          Editado por última vez por chr; https://www.aviacionargentina.net/foros/member/2204-chr en 24/02/17, 21:40:36.

                          Comentario


                          • Re: Noticias: Comando de la Fuerza de Submarinos (CFS)

                            EL dique flotante que aparece, ¿Es el que tenía la Armada, la denomición era Y...?

                            Comentario


                            • Re: Noticias: Comando de la Fuerza de Submarinos (CFS)

                              Yerba 1 (Y-1)
                              Julio Gutièrrez
                              Administrador del Foro
                              Aviacionargentina.net

                              Comentario


                              • Re: Noticias: Comando de la Fuerza de Submarinos (CFS)

                                los 2 diques flotantes de SPI,el MOSSDOK-1 y MOSSDOK 2000 son de origen ruso.


                                el Salta en SPI.(2008)


                                foto astillerospi.com
                                Editado por última vez por chr; https://www.aviacionargentina.net/foros/member/2204-chr en 25/02/17, 00:09:02.

                                Comentario

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